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sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Os 10 mandamentos do Casal





Os 10 mandamentos do Casal

Uma equipe de psicólogos e especialistas americanos, que trabalhava em terapia conjugal, elaborou “Os Dez Mandamentos do Casal”. Eles trazem muita sabedoria para a vida e a felicidade dos casais. Afinal, é mais fácil aprender com o erro dos outros do que com os próprios.



1. Nunca irritar-se ao mesmo tempo

A todo custo evitar a explosão. Quanto mais a situação é complicada, mais a calma é necessária. Então, será preciso que um dos dois acione o mecanismo que assegure a calma de ambos, diante da situação conflitante. É preciso convencermo-nos de que, na explosão, nada será feito de bom. Todos sabemos bem quais são os frutos de uma explosão: apenas destroços, morte e tristeza. Portanto, jamais permitir que a explosão chegue a acontecer.

2. Nunca gritar um com o outro

A não ser que a casa esteja pegando fogo. Quem tem bons argumentos não precisa gritar. Quanto mais alguém grita, menos é ouvido. Gritar é próprio daquele que é fraco moralmente e precisa impor pelos gritos aquilo que não consegue pelos argumentos e pela razão.

3. Se alguém deve ganhar na discussão, deixar que seja o outro

Perder uma discussão pode ser um ato de inteligência e de amor. Dialogar jamais será discutir, pela simples razão de que a discussão pressupõe um vencedor e um derrotado, e no diálogo não. Portanto, se por descuido nosso, o diálogo se transformar em discussão, permita que o outro “vença”, para que mais rapidamente ela termine. Discussão no casamento é sinônimo de “guerra”, de luta inglória. Que vantagem há em se ganhar uma disputa contra aquele que é a nossa própria carne? É preciso que o casal tenha a determinação de não provocar brigas; não podemos nos esquecer que basta uma pequena nuvem para esconder o Sol. Às vezes uma pequena discussão esconde por muitos dias o Sol da alegria no lar.

4. Se for inevitável chamar a atenção, fazê-lo com amor

A outra parte tem que entender que a crítica tem o objetivo de somar e não de dividir. É necessário que haja uma conversa construtiva; e essa é amorosa, sem acusações e condenações. Antes de apontarmos um defeito, é sempre aconselhável apresentar duas qualidades do outro. Isso funciona como um anestésico para que se possa fazer o curativo sem dor. E reze pelo outro antes de abordá-lo em um problema difícil. Peça a Deus que prepare o coração de seu cônjuge para receber bem o que você precisa dizer-lhe. Deus é o primeiro interessado na harmonia do casal.

5. Nunca jogar no rosto do outro os erros do passado

A pessoa é sempre maior que seus erros e ninguém gosta de ser caracterizado por seus defeitos. Toda vez que acusamos a pessoa por seus erros passados, estamos trazendo-os de volta e dificultando que ela se livre deles. Certamente não é isto que queremos para a pessoa amada. É preciso todo o cuidado para que isto não ocorra nos momentos de discussão. Nestas horas, o melhor é manter a boca fechada. Aquele que estiver mais calmo, que for mais controlado, deve ficar quieto e deixar o outro falar até que se acalme. Não revidar em palavras, senão a discussão aumenta e tudo de mau pode acontecer, em termos de ressentimentos, mágoas e dolorosas feridas. Portanto, como ensina Thomás de Kemphis, “primeiro conserva-te em paz, depois poderás pacificar os outros”.

6. A displicência com qualquer pessoa é tolerável, menos com o cônjuge

Na vida a dois, tudo pode e deve ser importante, pois a felicidade nasce das pequenas coisas. A falta de atenção para com o cônjuge é triste na vida do casal e demonstra desprezo para com o outro. Seja atento ao que ele diz, aos seus problemas e aspirações.

7. Nunca ir dormir sem ter chegado a um acordo

“Não se ponha o sol sobre o vosso ressentimento” (Ef 4,26b) Se isso não acontecer, no dia seguinte, o problema poderá ser bem maior. Não se pode deixar acumular problema sobre problema sem solução. Já pensou se você usasse a mesma leiteira, que já usou no dia anterior, para ferver o leite sem antes lavá-la? O leite certamente azedaria. O mesmo acontece quando acordamos sem resolver os conflitos de ontem. Os problemas da vida conjugal são normais e exigem de nós atenção e coragem para enfrentá-los, até que sejam solucionados, com dedicação e, principalmente, com amor. A atitude da avestruz (a da fuga) é a pior que existe. Deve-se buscar a solução com paz e perseverança.

8. Pelo menos uma vez ao dia, dizer ao outro uma palavra carinhosa

Muitos têm reservas enormes de ternura, mas esquecem de expressá-las em voz alta. Não basta amar o outro, é preciso dizer isto também com palavras. Especialmente para as mulheres, isto tem um efeito quase mágico. É um tônico que muda completamente o seu estado de ânimo, humor e bem-estar. Muitos homens têm dificuldade neste ponto; alguns por problemas de educação, mas a maioria porque ainda não se deu conta da sua importância. Como são importantes essas expressões de carinho que fazem o outro crescer: “eu te amo”, “você é muito importante para mim”, “sem você eu não teria conseguido vencer este problema”, “a tua presença é importante para mim”; “tuas palavras me ajudam a viver”… Diga isto ao outro com sinceridade toda vez que experimentar o auxílio edificante dele.

9. Cometendo um erro, saber admiti-lo e pedir desculpas

Admitir um erro não é humilhação. A pessoa que admite o seu erro demonstra ser honesta consigo mesma e com o outro. Quando erramos não temos duas alternativas honestas, apenas uma: reconhecer o erro, pedir perdão e procurar remediar o que fizemos de errado, com o propósito de não repeti-lo. Isto é ser humilde. Agindo assim, mesmo os nossos erros e quedas serão alavancas para o nosso amadurecimento e crescimento. Quando temos a coragem de pedir perdão, vencendo o nosso orgulho, eliminamos quase de vez o motivo do conflito no relacionamento e a paz retorna aos corações. É nobre pedir perdão!

10. Quando um não quer, dois não brigam

É a sabedoria popular que ensina isto. Será preciso então que alguém tome a iniciativa de quebrar o ciclo pernicioso que leva à briga. Tomar esta iniciativa será sempre um gesto de grandeza, maturidade e amor. E a melhor maneira será “não pôr lenha na fogueira”, isto é, não alimentar a discussão. Muitas vezes é pelo silêncio de um que a calma retorna ao coração do outro. Outras vezes será por um abraço carinhoso ou por uma palavra amiga.

domingo, 24 de setembro de 2017

Enfrentando as CRISES no Casamento sem pensar em DESISTIR




Hoje falamos repetidamente que família é o nosso problema número um. A família tem sido atacada vigorosamente pelas perigosas filosofias pós-modernas. Os fundamentos têm sido destruídos (Salmos 11.3). Estamos vivendo no meio da era pós-moderna, onde os valores absolutos das escrituras não estão sendo observados, mas repudiados. O que temos hoje não é apenas um comportamento imoral, mas a perda de critérios morais. Estamos enfrentando não apenas um colapso moral, mas um colapso de significado. Não há absolutos. Gene Edward Veith ainda afirma que, se não há absolutos, se a verdade é relativa, então não pode existir estabilidade, conseqüentemente, a vida perde o sentido.

O inevitável resultado do relativismo deste tempo é a falência dos valores morais, a fraqueza da família e o aumento espantoso da infidelidade conjugal. Valores relativos acompanham o relativismo da verdade. Em 1969, bem no meio da “revolução sexual, 68% dos americanos acreditavam que relação sexual antes do casamento era errada. Em 1987, mesmo a despeito do surto da AIDS, somente 46% acreditavam que o sexo antes do casamento era errado. Em 1992, somente 33% rejeitavam o sexo pré-marital. Infidelidade conjugal tem sido uma marca da sociedade contemporânea. Segundo algumas estimativas, 50 a 65% dos maridos e 45 a 55% das esposas têm sido infiéis até os 40 anos. Outros identificam que 26 a 70% das mulheres casadas e 33 a 75% dos homens casados têm se envolvido em casos extraconjugais, que têm sido não apenas comuns, mas altamente destrutivos”.

Divórcio tem sido estimulado como solução. Comentaristas sociais são notórios em afirmar que metade dos casamentos nos Estados Unidos termina em divórcio. Contudo, divórcio não é uma sábia solução para casamentos em crise, mas um sério agravante, um outro problema que na maioria das vezes, traz profundo sofrimento e frustração.

A psicóloga Diane Medved, diz que os casais estão chegando à conclusão que o divórcio é mais danoso do que enfrentar as crises juntos. As conseqüências e as seqüelas do divórcio são devastadoras a curto, a médio e a longo prazo. Há muitos casais e filhos arrebentados emocionalmente pelo divórcio. A presença de casamentos em crise, casamentos quebrados e até mesmo do divórcio está aumentando não apenas entre os não cristãos, mas também dentro das comunidades evangélicas. Há também, muitos líderes religiosos enfrentando divórcio. Isso é uma realidade que não pode ser negada. Contudo, à luz das Escrituras Sagradas, o divórcio não é a solução divina para a crise do casamento. Não é sensato fugir do problema em vez de enfrentá-lo. De fato não existe casamento perfeito. Não há casamento sem problemas. Todo casamento exige renúncia e adaptação. Nenhum casamento sobrevive sem perdão e restauração. Muitas pessoas hoje estão discutindo e procurando divorciar antes de entender o que as Escrituras ensinam sobre casamento.

Casamento não é uma união experimental. A aliança conjugal não termina quando as crises chegam. Só duas cláusulas de exceção para o divórcio nas Escrituras: a infidelidade conjugal (Mateus 19.9) e o abandono (1 Coríntios 7.15). Divórcio por quaisquer outros motivos e novo casamento constitui-se em adultério (Mateus 5.32).

Como, então, enfrentar crises no casamento sem pensar em desistir?


Reconhecendo que o casamento não é uma invenção humana, mas uma instituição divina

O casamento não é um expediente humano. O próprio Deus estabeleceu, instituiu e ordenou desde o início da história humana. Gênesis 2.18-24 revela que o casamento nasceu do coração de Deus quando não havia ainda legisladores, nem leis, nem Estado, nem igreja. Casamento é um dom de Deus para o homem e a mulher. Deus não apenas criou o casamento, mas também o abençoou (Gênesis 1.28). qualquer esforço de atentar contra os princípios estabelecidos para o casamento conspira contra Deus, que o instituiu. Por isso, Ele odeia o divórcio (Malaquias 2.14).

Reconhecendo a natureza do casamento

Quando Jesus foi questionado pelos fariseus sobre o divórcio (Mateus 19.3-4), Ele não discutiu antes de falar sobre a natureza do casamento, de acordo com os princípios estabelecidos na própria criação (Mateus 19.4-8).

De acordo com o padrão absoluto de Deus, estabelecido na criação, o casamento em primeiro lugar é heterossexual (Gênesis 1.27). União homossexual é abominação para Deus (Levítico 18.22; Romanos 1.24-28).

Em segundo lugar, o casamento é monogâmico (Gênesis 2.24).

Em terceiro lugar, o casamento é monossomático (Gênesis 2.24). João Calvino disse que a união do casamento é mais sagrada e mais profunda do que a união que liga os filhos aos pais. Nada senão a morte pode separá-los.

Em quarto lugar, o casamento é indissolúvel (1Coríntios 7.3). Jesus afirmou que marido e mulher não são mais dois, mas uma só carne e o que Deus uniu o homem não pode separar(Mateus 19.6). Divórcio, portanto, é uma rebelião contra Deus e seus princípios.

Em quinto lugar, o casamento não é compulsório. O celibato é um dom de Deus, não uma imposição ( Coríntios 7.32-35). Embora a razão do casamento seja para resolver o problema de solidão, Deus chamou para serem uma exceção à sua própria norma (Gênesis 2.18,24; Mateus 19.11-12; 1 Coríntios 7.7).

Reconhecendo que em Deus podemos superar as crises do casamento sem azedar o coração

Jesus disse para os fariseus que o divórcio nunca foi uma ordenança divina, mas uma permissão, e isso, por causa da dureza dos corações (Mateus 19.7-8). O divórcio ocorre por que os corações estão endurecidos. Dureza de coração é a indisposição de obedecer a Palavra de Deus. É a indisposição de perdoar, restaurar e recomeçar o relacionamento conjugal de acordo com os princípios de Deus. De acordo com Jesus, o divórcio jamais é compulsório, onde existe espaço para o perdão. Divórcio é conseqüência do pecado, não é uma expressão da vontade de Deus. Perdão e restauração são melhores que o divórcio. Divórcio não é compulsório nem em caso de adultério. Restauração é sempre o melhor.

Concluindo, ressaltamos que a igreja precisa dar ênfase à famílias fortes. Casamentos estáveis resultam em famílias, igrejas e sociedades saudáveis. A solução para o casamento e para a família não está nos modelos falidos da sociedade pós-moderna, mas eterna e infalível Palavra de Deus. O mesmo Deus que instituiu o casamento tem solução para os casamentos em crise. Somente Deus pode curar relações quebradas, trazendo esperança onde os sonhos já morreram; trazendo vida, onde as sombras da morte já escurecem os horizontes; trazendo cura e restauração, onde as feridas estão cada vez mais doloridas. O grande desafio para a igreja e sociedade contemporânea é retornar para Deus e obedecer aos seus mandamentos. O mesmo Deus que criou o casamento tem solução para ele. Deus é o criador, sustentador e restaurador do casamento. Quando Ele reina no casamento, o divórcio não tem espaço.

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

COMO TRANSFORMAR MINHA CASA EM UM LAR



"Toda mulher sábia edifica a sua casa; mas a tola a derruba com as próprias mãos" (Provérbios 14:1). Vamos tirar a mulher ai e colocar “todo casal sábio juntos edificam sua casa, transformando a casa em um lar....

Na minha casa existe um lar porque nela moram as pessoas que mais eu amo no mundo, portanto eu tenho:

1 - Tenho que cuidar da minha casa com muito carinho e me esforçar para transformá-la em um lar;

2 - tenho que ser um homem ou uma mulher sempre presente; 3 - tenho que ser um pai e mãe que educa e se preocupa com a vida espiritual dos filhos; 4 - tenho que ser um homem e uma mulher cujo; “Coração seja perdoador e amoroso e que todos confiam" (Provérbios 31:11).

Devemos transformar nossas casas em um “lar doce lar” em um lugar que seja “impossível não pensar em Deus”...

(Provérbios 9:1) - A SABEDORIA já edificou a sua casa, já lavrou as suas sete colunas. - (Provérbios 24:3) - Com a sabedoria se edifica a casa, e com o entendimento ela se estabelece; (Provérbios 24:4).

Uma casa para ser transformada em um lar tem que ser edificada com carinho, cuidado e muito amor.

Quer ter uma casa transformada em um lar?

AS SETE COLUNAS:

1º - ORAÇÃO: Comece dobrando os seus joelhos e pedindo a Deus que (seja um homem e uma mulher dependente de Deus)...
2º - Que Ele transforme sua vida (esteja preparado para mudanças)... 
3º - Que Ele mude seu coração e que seu coração seja amável (atencioso – cortes – gentil e respeitoso) e amoroso (afetuoso – carinhoso)... 
4º - Entenda e busque conhecimento dos planos perfeitos de Deus – (você precisa entender e seguir os princípios eternos de Deus)... 
5º - Edificar e fazer da minha casa em um lar, isso vai dar trabalho e você precisa estar disposto a arregaçar a manga e não “comer o pão da preguiça” - (Provérbios 31:27) - Está atenta ao andamento da casa, e não come o pão da preguiça... 
6º - Colocar Deus em primeiro lugar na sua vida - “Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e a Sua justiça, e todas as coisas vos serão acrescentadas.” (Mateus 6:33)...

VAMOS TRANSFORMAR O DESERTO ONDE MORAMOS EM UM OÁSIS DE ÁGUAS CRISTALINAS, VAMOS TRANSFORMAR NOSSAS CASAS EM UM LAR:

Edificar: significa construir, levantar, mas eu sei que um lar não é apenas a casa, mas o marido, esposa e filhos. Quero ter uma casa bonita, atraente, mas quero também ter minha família feliz em um ambiente onde tudo combina, onde todos têm o mesmo objetivo.

SABE QUAL? FAZER O OUTRO FELIZ.

Deus quer que eu faça da minha casa um lar e, com certeza, é Ele que irá me ajudar a alcançar o meu objetivo. Mas eu Tenho que evitar certas coisas que possam destruir o meu lar.

1º - A amargura é uma delas. Este é um sentimento que pode destruir um lar. Um coração cheio de amargura é capaz de usar palavras que machucam, ferem, destroem, dilaceram, separam... Um ambiente cheio de ódio jamais poderá ser chamado de lar.

2º - O "pão da preguiça" ou do descaso; também faz parte das coisas que destroem um lar. Há mulheres e homens que "não têm tempo" ou não se importam em cuidar da sua casa, não preparam um tempo para a família...

A GRANDE DIFERENÇA ENTRE CASA E LAR:

Uma vez por mês na sexta feira fazemos na cidade de Ubá "cidade carinho", uma reunião nas casas dos irmãos o que chamamos de "O CULTO DA COMUNHÃO", ungimos a casa e sempre que fazemos isso eu gosto de falar de uma realidade no mundo espiritual; como pastores, ungimos com óleo a casa que são as paredes, janelas e portas... Mas Deus é aquele que unge o lar que são as pessoas que constitui a família que habita na casa...

CASA E LAR

Casa é uma construção de cimento e tijolos.

Lar é uma construção de valores e princípios.

Casa é o nosso abrigo das chuvas, do calor, do frio...

Lar é o abrigo do medo, da dor e da solidão.

Casa é o lugar onde as pessoas entram para dormir, usar o banheiro, comer. Onde temos pressa para sair e retardamos a hora de voltar.

O lar é o lugar onde os membros da família anseiam por estar nele, onde refazem suas energias, alimentam-se de afeto e encontram o conforto do acolhimento. É onde temos pressa de chegar e retardamos a hora de sair.

Numa casa criamos e alimentamos problemas.

O lar é o centro de resolução de problemas.

Numa casa moram pessoas que mal se cumprimentam e se suportam.

Num lar vivem companheiros que, mesmo na divergência, se apóiam e nas lutas se solidarizam.

Casa é local de dissensões, conflitos, discórdia...

No lar as dissensões, os conflitos, existindo, servirão para esclarecer e engrandecer.

Numa casa desdenha-se dos nossos valores.

No lar sonhamos juntos.

Numa casa há azedume e destrato.

Num lar sempre há lugar para a alegria.

Numa casa nascem muitas lágrimas.

Num lar plantam-se sorrisos.

A casa é um nó que oprime, sufoca...

O lar é um ninho que aconchega.

Se você ainda mora em uma casa, nós o (a) convidamos a transformá-la, com urgência, em um lar...

QUE JESUS SEJA SEMPRE O SEU SENHOR DE NOSSO LAR!

"Deus abençoe sua casa e faça dela um lar"

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Melhor texto de Casamento já escrito.



Naquela noite, enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e disse: "Tenho algo importante para te dizer". Ela se sentou e jantou sem dizer uma palavra. Pude ver sofrimento em seus olhos.

De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente.

Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente perguntou em voz baixa: "Por quê?"

Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou "você não é homem!" Naquela noite, nós não conversamos mais.

Pude ouví-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais e sim a Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela.

Me sentindo muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa.

Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia mas eu não voltaria atrás do que disse, pois amava a Jane profundamente. Finalmente ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora.

No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada na mesa escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Jane.

Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e voltei a dormir.

Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possivel. As suas razões eram simples: o nosso filho faria seus examos no próximo mês e precisava de um ambiente propício para prepar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais.

Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo mais. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu então percebi que ela estava completamente louca mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis.

Eu contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a idéia totalmente absurda. "Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio" ,disse Jane em tom de gozação.

Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então quando eu a carreguei para fora da casa no primeiro dia, foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo "O papai está carregando a mamãe no colo!" Suas palavras me causaram constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho "Não conte para o nosso filho sobre o divórcio" Eu balancei a cabeça mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório.

No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito, eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção a essa mulher. Ela certamente tinha envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela. Por uns segundos, cheguei a pensar no que havia feito para ela estar neste estado.

No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior com o corpo dela. Esta mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim.

No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada a Jane, mas ficava a cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício, pensei.

Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse "Todos os meus vestidos estão grandes para mim". Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias.

A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso... ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração..... Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos.

Nosso filho entrou no quarto neste momento e disse "Pai, está na hora de você carregar a mamãe". Para ele, ver seu pai carregando sua mão todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de idéia agora que estava tão perto do meu objetivo. Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento.

Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas.

Nosso filho já tinha ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras: "Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo".

Eu não consegui dirigir para o trabalho.... fui até o meu novo futuro endereço, saí do carro apressadamente, com medo de mudar de idéia...Subi as escadas e bati na porta do quarto. A Jane abriu a porta e eu disse a ela "Desculpe, Jane. Eu não quero mais me divorciar".

Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa "Você está com febre?" Eu tirei sua mão da minha testa e repeti "Desculpe, Jane. Eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa no dia do nosso casamento para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe.

A Jane então percebeu que era sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouví-la chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar.

Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi: "Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe".

Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama - morta.

Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando a vários meses, mas eu estava muito ocupado com a Jane para perceber que havia algo errado com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio - e prolongou a nossa vida juntos proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso.

Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício a felicidade mas não
proporcionam mais do que conforto.


Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa, encontre tempo para ser amiga de seu marido, faça pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz!
Se você não dividir isso com alguém, nada vai te acontecer.
Mas se escolher enviar para alguém, talvez salve um casamento.
Muitos fracassados na vida são pessoas que não perceberam que estavam tão perto do sucesso e preferiram desistir..

UM CASAMENTO CENTRADO EM CRISTO É UM CASAMENTO QUE DURA UMA VIDA TODA.

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Homens Casados: Seu hábito da pornografia é um hábito de adultério

Este artigo foi originalmente publicado no The Matt Walsh Blog e foi reproduzido aqui com permissão do autor, traduzido e adaptado por Stael Pedrosa Metzger.

Eu conheço um cara que trai sua esposa. Ele a trai todos os dias. Ele trai múltiplas vezes por dia. Ele é um marido e um pai e um adúltero serial.
Eu não deveria saber deste fato sobre ele, mas ele me contou em uma conversa há alguns dias. Estávamos falando sobre o índice de divórcio; ambos demos nossas teorias a respeito de porque as estatísticas são tão altas. Eu mencionei em meu diagnóstico de alguns estudos que mostram que a pornografia é a causa em mais de 50 por cento dos divórcios por ano.
Ele riu. "As pessoas não se divorciam por causa de pornografia". Ele passou a explicar que a pornografia não é um "grande problema" para a maioria das pessoas. Não é "como se estivesse traindo ou algo assim". Ele me disse que vê várias vezes por dia. Sua esposa, insistiu ele, ficaria irritada se soubesse a total extensão de seu hábito, mas só porque as mulheres reagem de forma exagerada sobre "esse tipo de coisa."
Que tipo de coisa? Que seus maridos passam os dias obsessivamente mergulhados nas regiões mais obscuras da internet em busca de imagens sexuais explícitas de estupro, abuso, perversão, exploração e outras formas de depravação imunda até então desconhecida para a humanidade?
É. Esse tipo de coisa. Não há razão por que qualquer mulher fique muito chateada com isso, aparentemente.

Pornografia = Adultério

Ouçam homens, eu sei que esta é uma conversa desconfortável. Mas está na hora de ser homem e cair na real sobre a pornografia. Suas prioridades: se você é casado e assiste pornografia, você está enganando e ponto final.
De uma perspectiva cristã, isso não gera dúvida alguma. Cristo colocou-o de forma muito clara: se você olhar para outra mulher para cobiçá-la, já em seu coração cometeu adultério.
Quando assistimos pornografia estamos escolhendo sucumbir a esse desejo; estamos nos entregando a ele, fertilizando-o, dando-lhe espaço em nossas mentes. Estamos mergulhando nele e o absorvendo como uma esponja. Estamos diminuindo a nós mesmos, traindo nossas esposas e participando da exploração violenta de mulheres (e meninas).
Nossas mentes e corpos pertencem ao Senhor e a nossas esposas; por isso a pornografia se torna uma invasão em domínios que não pertencem à ela. Se buscamos a pornografia, somos adúlteros. E o somos da pior forma.
Não precisamos sequer nos referir às Escrituras para descobrir a equação simples que a pornografia é igual a adultério.
Por que não seria?
Porque você não está fisicamente em contato com outra mulher?
E daí? Isso é apenas uma questão de semântica e circunstância. A ausência de contato físico não automaticamente o livrará da culpa - se fosse assim, sexo virtual com outras mulheres seria um jogo inocente, eu suponho.
Como você se sentiria se olhasse o celular de sua esposa e descobrisse mensagens de texto picantes, sexualmente explícitas enviadas a um homem em seu escritório? Estaria tudo bem, contanto que ela pudesse provar que nunca teve qualquer contato físico com ele? Ou isso é totalmente diferente, porque ela conhece aquele homem, ao passo que a pornografia é anônima e impessoal? Vemo-nos construindo muitas linhas arbitrárias de distinção quando estamos determinados a racionalizar o comportamento que instintivamente sabemos ser imoral e errado.
Mas, tudo bem, e se ela não conhecesse o sujeito? E se ela estava apenas envolvida em "fantasias" com homens que ela nunca conheceu? Imagine que, em suas viagens virtuais, você tropeça em um site pornô com fotos e vídeos de uma jovem particularmente atraente: sua esposa. Como seria isso para você? Sua esposa vendendo sexo digital por toda a internet – O que você pensaria disso? Pode causar um pouco de briga no casamento você não acha?

Veneno Irreversível

Se você não gostaria de ver sua esposa sendo uma fornecedora de pornografia, você pode entender por que ela não quer que você seja um consumidor de pornografia. Se você não gostaria que ela convidasse e incentivasse outros homens a violentá-la em suas mentes, você deve entender por que ela não iria querer que você aceitasse o convite para violar outras mulheres na sua mente.
Não quero me concentrar apenas em homens casados. A pornografia é um veneno para todos, casados ou não.
E eu não estou aqui para acusá-lo, se você tropeçou. Vivemos em uma sociedade que oprime as fraquezas de um homem, esfregando sensualidade em seu rosto a uma hiper velocidade todos os dias, o dia todo, o tempo todo. Isso não é uma desculpa; apenas uma tentativa de colocar as coisas em contexto.
Eu não vou insistir com alguém que luta contra um vício da pornografia mais do que eu insistiria com quem luta contra um vício de crack. Mas pelo menos o viciado em crack provavelmente não vai encontrar muitas pessoas (além do seu traficante) que vão dizer-lhe que é realmente saudável fumar crack. Se ele se aventurar para fora do barraco abandonado onde ele inala seu narcótico, ele provavelmente não vai encontrar nenhuma pessoa respeitável que diga, "Ei, o crack não é um grande problema - é totalmente natural fumar crack, homem!" Nessa forma, o fumante de crack tem uma vantagem sobre o viciado em pornografia. O viciado em pornografia, pelo contrário, tem que lutar tanto contra a própria compulsão e a miríade de sugestões subjetivas que tentarão convencê-lo de que tudo não passa de um pouco de diversão inocente.
Isso é uma mentira, é claro. Não é inocente. Não é divertido.

Decisão definitiva em prol da sanidade e da família

Eu poderia citar para você um monte de pesquisas psiquiátricas provando os efeitos negativos da pornografia no cérebro. Mas você pode fazer a pesquisa por si mesmo.
Eu poderia falar-lhe sobre a escravidão sexual, tráfico de seres humanos, abuso de drogas e abuso sexual infantil, e eu poderia explicar como a indústria pornô não existiria sem estes ingredientes necessários. Mas essas são conclusões que você pode encontrar em si mesmo, se alguma vez você ainda dispuser de um momento para pensar sobre isso.
Eu poderia lembrar que essas mulheres que você encontra em sites pornográficos podem não ser mulheres ainda – talvez sejam adolescentes, meninas - e não há nenhuma maneira de você saber com certeza. Eu poderia, então, salientar que qualquer cliente pornô ávido tem provavelmente, em algum momento, sido um cliente de pornografia infantil, quer ele saiba ou não. Mas esta é, de fato, uma realidade óbvia e inevitável.
Eu poderia dizer-lhe que muitas crianças têm contato com a pornografia antes dos 12 anos. E eu poderia dizer que nós ainda nem começamos a colher os frutos atrozes que virão de toda uma geração criada sob o efeito das perversões hediondas da pornografia na internet. Mas é provavelmente tarde demais para esses avisos.
Então o que resta? Talvez nada, realmente. Pornografia é um mal, vazio, funesto, sujo - isso é algo que todos sabemos. É por isso que, a menos que você seja psicótico ou totalmente desprezível, você não gostaria que sua filha entrasse para o ramo da pornografia. É por isso que a maioria das pessoas esconde seus hábitos pornográficos. É por isso que ainda não é considerado aceitável procurar sites "adultos" no computador do seu trabalho ou em uma mesa de cafeterias (embora as pessoas ainda o façam, em ambos os cenários). É por isso que você só encontra lojas de pornografia e clubes de strip tease nas partes mais degradadas e perigosas da cidade.
Não importa o quão hedonista e mente aberta nos tornamos, ainda reconhecemos a pornografia como algo que deve ser guardado nos embolorados cantos escuros de nossas vidas. Esta é a Lei Natural, e não podemos fugir dela. Nós temos uma compreensão inata do certo e errado, quer queiramos ou não.
Homens casados: Penso que deveríamos gastar nosso tempo livre com a família, ou a leitura de livros interessantes para que possamos aperfeiçoar nossas mentes, ou construir coisas, ou fazer exercícios, ou fazer qualquer outra coisa que nos torne melhores homens. Pornografia não fará de você um homem melhor. Ela o faz menor. Ela faz de você um mentiroso. Ela pode matar esse instinto dentro de você que o chama a proteger e honrar as mulheres. Ela vai transformá-lo em algo que você nunca quis ser. Em um pervertido rastejante e vergonhoso.

Ela vai transformá-lo em um adúltero.

domingo, 9 de março de 2014

O perigo que os vídeos de sexo representam em um casamento

Muitos casamentos são desfeitos por descobertas de traição, o que realmente faz com que o cônjuge traído se sinta vitima e fique profundamente deprimido. Mas o que leva a traição? São vários os fatores, mas alguns deles podem ser alistados pela maioria dos casais como insatisfação sexual, diferenças de personalidade muito grandes, se surpreender com a falta de sentimento e desejo para com a outra pessoa algum tempo após o casamento, entre outras coisas.

Mas de onde a maioria das traições se inicia é do acesso a sites que contém vídeos de sexo.

Muitas mulheres já pegaram seus maridos assistindo a esse tipo de conteúdo dentro de seus lares, e a surpresa foi realmente uma decepção. É triste saber que é daí que o fim de muitos casamentos e de muitas
famílias começam, pela pornografia na internet.

É importante que o casal dê atenção ao modo como levam seu casamento, para que não tenham uma desagradável descoberta.

Se está com problemas em seu casamento, com seu cônjuge, o melhor a fazer é ter uma conversa franca e expor o que está acontecendo de verdade com você. Por seu casamento em risco por causa de uma besteira não é o mais sensato a fazer.

Acessar a vídeos de sexo pode não ser considerado por você como uma traição, mas para seu cônjuge pode ser isso.

Por isso é preciso pensar bem antes de fazer determinadas coisas, para não ferir quem não merece. Os vídeos de sexo são um veneno na maioria dos relacionamentos, por isso, vale a pena tentar evitar ter acesso a eles, caso você realmente ame a outra pessoa e queira viver bem com ela.

Comentário Especial: Nesse blog existem vários vídeos e textos que podem ser usados para você aprender um pouco sobre como manter um bom relacionamento conjugal.

sábado, 25 de janeiro de 2014

Família obra prima de Deus

“E Deus os abençoou e Deus lhes disse: Frutificai, e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a”. Gn 1:28

Deus é o idealizador da família. A família foi instituída por Deus no Éden para propagação da raça humana, vida íntima conjugal mediante o casamento, educação dos filhos, proteção e desenvolvimento das relações afetivas.

Para que haja felicidade na família cada um deve cumprir fielmente seu papel, de acordo com os princípios estabelecidos por Deus.

Assim, haverá fortalecimento, integridade e união no seio da família.

Josué se posicionou em relação à sua família ele declarou:  “eu e minha casa serviremos ao Senhor”.

Deus se interessa pelo bem estar e pela salvação de cada família, portanto: “Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e a tua casa” At. 16:31.

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

10 Mandamentos do Namoro



10 Mandamentos do Namoro


Quais são os 10 mandamentos do namoro?

Namoro é uma fase muito bonita. É definida como o ato de galantear, cortejar, procurar inspirar amor a alguém. O namoro cristão, tenha a idade que tiver, deve ser uma convivência afetiva preliminar que amadurece e prepara o casal para o compromisso mais profundo. O contrário disso, longe dos princípios de Deus, pode resultar em uma experiência nociva e traumática. Observe alguns princípios que ajudam a manter o seu namoro dentro do ponto de vista de Deus.

1. Não namore por lazer: namoro não é passatempo e o cristão consciente deve encarar o namoro como uma etapa importante e básica para um relacionamento duradouro e feliz. Casamentos sólidos decorrem de namoros bem ajustados.

2. Não se prenda em um jugo desigual (II Co 6:14-18): iniciar um namoro com alguém que não tem temor a Deus e não é uma nova criatura pode resultar em um casamento equivocado. E atenção: mesmo pessoas que freqüentam igrejas evangélicas podem não ser verdadeiros convertidos ou não levarem o relacionamento com Deus a sério.

3. Imponha limites no relacionamento: o namoro moderno, segundo o ponto de vista dos incrédulos, está deformado e nele intimidade sexual ou práticas que levam a uma intimidade cada vez maior são normais, mas o namoro do cristão não deve ser assim, o que nos leva ao próximo mandamento.

4. Diga não ao sexo: Deus criou o sexo para ser praticado entre duas pessoas que se amam e têm entre si um compromisso permanente. É uma bênção para ser desfrutada plenamente dentro do casamento; fora dele é impureza.

5. Promova o diálogo e a comunicação: conversar é essencial, estabeleça uma comunicação constante, franca e direta e não evite conversar sobre qualquer assunto.

6. Cultive o romantismo: a convivência a dois deve ser marcada por gentileza, cordialidade e romantismo. Isso não é cafona, nem é coisa do passado e traz brilho ao relacionamento.

7. Mantenha a dignidade e o respeito: o namoro equilibrado tem um tratamento recíproco de dignidade, respeito e valorização. O respeito é imprescindível para um compromisso respeitoso e duradouro. Desrespeito é falta de amor.

8. Pratique a fidelidade: infidelidade no namoro leva à infidelidade no casamento. Fidelidade é elemento imprescindível em qualquer tipo de relacionamento coerente à vontade de Deus, que abomina a leviandade.

9. Assuma publicamente seu relacionamento: uma pessoa madura e coerente com a vontade de Deus não precisa e nem deve lutar contra seus sentimentos ou escondê-los.

10. Forme um triângulo amoroso: namoro realmente cristão só é bom a três: o casal e Deus. Ele deve ser o centro e o objetivo do namoro.


Deixe Deus orientar e consolidar seu namoro. Viva integralmente as bênçãos que Deus tem para você através do namoro. E seja feliz.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Preguiça de fazer sexo pode se tornar um problema grave; saiba como combatê-la

Todo casal teme que, após algum tempo de romance, a disposição para fazer sexo possa diminuir entre eles. E pode. Segundo a ginecologista, sexóloga e terapeuta sexual Glene Rodrigues, os parceiros ainda estão na fase da paixão no período que vai até dois ou três anos de relacionamento. Depois vem o chamado “amor maduro”, fase em que o casal precisa trabalhar mais para que o desejo se mantenha. Surgir a preguiça de fazer sexo não é muito difícil –principalmente para as mulheres. “Os homens têm de 20 a 40 vezes mais testosterona, o hormônio do desejo, por isso é mais fácil manter a vontade mesmo sob as pressões diárias”, diz a ginecologista. “Já a mulher precisa de beijos e abraços, de palavras bonitas e paparicos para ter essa disposição”.


De acordo com a psicóloga e sexóloga Carla Cecarello, os casais precisam levar a questão a sério, pois a preguiça pode causar a falta de vontade de fazer sexo ou a diminuição significativa do desejo. "Nesse caso o problema já é uma disfunção classificada como desejo sexual hipoativo, que é bastante difícil de tratar”, diz a sexóloga. “Essa preguiça não chega a ser impedimento para que a relação, depois de iniciada, seja prazerosa. Mas se caracteriza pela falta de iniciativa de procurar o parceiro, esperando que ele a procure", afirma Carla. Para ela, esse é um indício importante da disfunção. A outra é quando a pessoa se recusa a fazer sexo. “Quanto menos sexo você faz, menos tem vontade fazer", diz a psicóloga e terapeuta sexual Ana Canosa. "É como praticar um esporte."


Dicas para combater o problema


Retome o antigo hábito de namorar.
Não espere a iniciativa do outro
Marque na agenda Tomem banho juntos
Faça sexo fora do quarto.

O hábito de fazer tudo do mesmo jeito é um dos grandes vilões nos relacionamentos -e uma desculpa para que a preguiça sexual se instale.
O segredo é usar a imaginação a seu favor e despertar a atenção do outro com pequenas mudanças no cotidiano. “Se você parou de sair para jantar com o parceiro, volte a fazê-lo. Se ainda costumam fazer esse programa, experimente marcar de se encontrarem no local, sem saírem juntos de casa", diz a psicoterapeuta Olga Tessari. "Para seduzir é preciso sair da rotina". Ela também aconselha que os casais aproveitem os momentos que estiverem a sós para uma conversa olho no olho e para falar sobre o quanto são importantes um para o outro, e não para listar problemas a serem resolvidos. “Namorar é algo que o casal vai ter que fazer a vida inteira", diz a terapeuta sexual Glene Rodrigues. "Isso inclui mandar flores, ligar para saber se o outro está bem, mandar torpedos carinhosos e picantes”, afirma.


Se você perceber que não procura mais o parceiro como antes e que costuma ficar na expectativa de que ele a procure, é melhor reagir. “Retome a iniciativa para começar o sexo", diz Carla Cecarello. "É importante descobrir os motivos que levaram a esse estado. E, às vezes, é necessário ajuda de um profissional”.


Alguns podem até achar pouco erótico, mas segundo Ana Canosa, marcar um horário na agenda para fazer sexo pode funcionar para alguns casais -principalmente para aqueles que têm filhos e muitas atividades durante o dia. “Isso não deve ser encarado como tarefa, mas como hora de lazer. Se marcamos horário para tudo, por que não para garantir o tempo de transar?”, diz a psicóloga. Quando conseguirem esse tempo, vale experimentar posições novas e diferentes. “Muitos casais fazem sexo sempre da mesma forma. E só de pensar que vai ser tudo do mesmo jeito, acabam não tendo tanto desejo assim”, conta psicoterapeuta Olga Tessari.


O banho pode ser um momento de prazer a dois para o casal com a agenda cheia. “Não precisa ser todos os dias, mas escolha ao menos um na semana para tomarem banho juntos. É uma atividade que colabora para a proximidade do casal e estimula o erotismo", diz a psicoterapeuta Olga Tessari. "Não precisa terminar em sexo. Vale ser um pouquinho mais demorado do que nos outros dias para que um possa curtir o corpo do outro e cultivar a intimidade”.


Pode ser em motel, hotel ou o onde a imaginação mandar. Fazer sexo fora do quarto do casal pode ser muito estimulante, principalmente para as mulheres, de acordo com a psicoterapeuta Olga Tessari. “Mulheres adoram fazer sexo em lugares diferentes. Isso costuma excitá-las", afirma. "O desejo dos homens é mais instintivo, mas a mulher precisa desses estímulos". A solução também pode ser boa para casais com filhos, que temem ser interrompidos no meio da relação, o que inibe o desejo.


Motivos que levam à preguiça


Para o psicólogo e psicoterapeuta de casais Ricardo Lima, há momentos em que a falta de interesse pelo sexo é mais comum na vida dos casais. “Logo após o nascimento dos filhos, quando as mulheres têm a atenção mais voltada ao bebê, por exemplo", afirma Lima. "Nesse momento, os homens podem associar muito o papel de mãe à parceira, o que pode interferir negativamente no desejo". Outra situação é quando a mulher entra na menopausa e há diminuição de hormônios. Para o psicólogo, o ideal é que as pessoas que se queixem desse problema procurem seus médicos e façam exames hormonais, assim podem descartar problemas físicos que interferem no desejo. ”Diabetes e depressão são algumas doenças que têm como sintomas a diminuição do desejo", diz Ana Canosa. "Há medicações, como antidepressivos, que podem interferir na libido”. De acordo com Ricardo Lima, a preguiça sexual faz parte de um leque de queixas, principalmente das mulheres.


A preguiça sexual pode acontecer também devido a questões mal resolvidas no relacionamento, segundo a psicoterapeuta Olga Tessari. “Se houver resistência do parceiro para o sexo, é bom conversar", afirma ela. "Homem, no geral, sabe separar o desejo dos problemas e, às vezes, acha que fazendo sexo irá resolver a questão. Já a mulher precisa ter tudo resolvido antes, ou não consegue transar”. Para o psicoterapeuta Ricardo Lima, os casais não conversam sobre a insatisfação conjugal naturalmente. "Normalmente usam o tom de cobrança, reclamação e raiva. É preciso descobrir o que está levando ao desinteresse”.


Para Carla Cecarello, esse desinteresse também pode ter a ver com o grau de intimidade do casal. Quando a cumplicidade entre os parceiros é muito grande, o prazer pode ser distribuído em várias situações, como assistir televisão juntos. Segundo Carla, isso é mais comum por parte das mulheres. "Esses pequenos momentos são tão prazerosos que a energia sexual começa a ficar diminuída e o amante começa a ser visto como amigo. Isso vai dando espaço para a preguiça sexual se instalar”, diz a sexóloga. Para Ana Canosa, as mulheres têm mais motivos do que os homens para sofrer desse mal. “Elas acumulam mais funções do que eles e por isso se cansam mais fisicamente", diz. Há também o problema de não priorizar o sexo como questão de prazer. "Os homens descarregam a tensão se masturbando. A mulher prefere dormir, fazer massagem ou até ir à academia para relaxar, mas não transar”, afirma a psicóloga. Fazer sexo regularmente deve ser uma das prioridades do casal, pois faz bem fisicamente para cada um dos parceiros e para a relação amorosa. "Aumenta a intimidade com o outro, fica a sensação de ser desejado e reafirma o interesse dos dois”, diz Ana.



quarta-feira, 26 de junho de 2013

30 Dicas para ter um Casamento Feliz!!!!!


1. Os homens detestam sentir que são mandados! Faça uso do seu poder persuasivo e convença-o a ir pelo seu caminho, sem que ele sinta que está a ser contrariado.


2. Seja misteriosa. Grande parte do encanto esvai-se quando nos tornamos livros abertos. Os homens gostam de desafios e da sensação permanente de conquista.

3. Ele convidou-a para ir à bola mas não é, de todo, o seu programa preferido? Não faça fretes, mas também não seja brusca. Delicadamente, diga-lhe que prefere ir às compras com as suas amigas, enquanto ele vai ao estádio gritar pelo Sporting

4. Momento histórico: ele reconheceu que tem um defeito? Óptimo, o seu mais-que-tudo está a mostrar sensibilidade. Mas não aproveite para desatar a relembrar, pormenorizadamente, todos os momentos em quem que se aborreceu com as atitudes dele, por causa desse mesmo defeito. Seja cúmplice e aproveite para lhe dizer que ninguém é perfeito..

5. Pestanas compridas e lábios carnudos e vermelhos são elementos de atracção para o sexo masculno. Como pestanejar é sinal de sedução, enalteça-as com máscara. Fique ainda mais bonita e passe um pouco de batom nos lábios e blush nas maçãs do rosto.

6. Quando tudo parece correr mal, surpreenda-o. Deixe-lhe um bilhetinho carinhoso dentro do bolso do casaco, provoque-o com um SMS ou prepare-lhe o jantar preferido.

7. Não descuide a sua aparência! Não precisa de andar de saltos altos em casa à espera que ele chegue. Continue apenas a vestir-se como o cuidado que tinha nos tempos em que namoravam e a reservar uns minutinhos das suas atarefadas manhãs à maquilhagem. Mas exija que ele também se esforce por lhe agradar.

8. Faça-lhe ver que precisa de saber como ele a ama. Os homens são menos dados a exteriorizar sentimentos e, se isso a incomoda, diga-lhe que precisa de umas declarações de amor.

9. Esqueça a terrível mania de lhe terminar as frases. Ninguém gosta de ser interrompido quando está a falar. Imagine que ele lhe faz a mesma coisa, não é nada agradável, pois não? É uma falta de respeito pelo outro, para além de dar a entender que o que ele diz é previsível.

10. Partilhem a água de colónia e façam massagens com o mesmo creme de corpo. O mesmo aroma dará uma sensação única de intimidade. Não se esqueça que há vários perfumes unisexo bastante agradáveis no mercado

11. Dê-lhe atenção e trate-o com carinho. Só assim ganhará o direito a ser tratada da mesma form

12. Olhe-o nos olhos enquanto falam. Esta atitude demonstra confiança, compreensão, aceitação e respeito

13. Evite as queixas constantes. Se se mostrar constantemente decepcionada e difícil de contentar vai deixá-lo à beira de um ataque de nervos! Restrinja-se àquilo que verdadeiramente importa e que é grave. Pode chamar-lhe à atenção mas não de forma a provocá-lo

14. Perante uma crise lembre-se dos momentos bons pelos quais já passaram. Pode sentir uma certa nostalgia, de início, mas ganhará uma nova energia e vontade de amar ao recordar esses momentos.

15. Respeito mútuo é fundamental. Não seja egoísta, nem tente manipular a relação.

16. A cama pode ser um barómetro importante. Uma sexualidade feliz é meio caminho andado para uma boa relação. Desiniba-se, faça-lhe ver o que mais lhe agrada e descubra, no seu parceiro, tudo aquilo que o leva ao céu

17. Faça-lhe declarações de amor e lembre-lhe, sobretudo em ocasiões especiais, que ele é o melhor homem que alguma vez podia ter conhecido.

18. Não force as conversas. Há dias em que não nos apetece falar, acontece com todos. Um silêncio pode ser tão cúmplice com uma longa conversa.

19. Ele enviou-lhe flores? Retribua e envie-lhe uma caixa de bombons ou charutos.

20. Não deixe que ninguém se intrometa na vossa vida. Não há nada mais venenoso que uma sogra, uma mãe ou uma amiga metediça! Imponha limites às pessoas de fora e assuma as suas opções, mesmo nos momentos mais difíceis.

21. Não faça de cada discussão um drama, porque todos os casais discutem. E não tenha vergonha se ser você a mostrar a bandeira branca da paz.

22. Não há nada para festejar? Não importa! Tenha sempre espumante no frigorífico e brinde à vossa relação com uma taça e um sorriso. Ou então aproveite um dia em que ele se sente mais em baixo para cozinhar o prato favorito dele bem acompanhado com um vinho tinto fantástico. Ninguém resiste a um jantar romântico.

23. Faça uma lista de todos os mimos que deu e recebeu durante a semana. Se houver um desequilíbrio grave neste deve/haver aborde o assunto. Dizem que o amor é desinteressado, mas uma relação tem de ser dar e receber equilibradamente.

24. Organize um fim-de-semana surpresa num hotel de charme. As fugas à rotina são importantes. Que tal uma suite com vista para o mar na Fortaleza do Guincho, perto de Cascais? A norte, experimente o Hotel Vintage House, sobre o Douro, no Pinhão.

25. Esforce-se por conhecer bem o seu marido. Certifique-se que sabe tudo o que é importante sobre ele e não falhe as principais datas, como o aniversário ou qualquer outra a que ele dê muita atenção, mesmo que seja o aniversário da sua sogra.

26. Vários estudos confirmam que o casamento faz bem à saúde (bem... se a pessoa que está ao seu lado a faz feliz, claro) e que as pessoas casadas vivem mais anos. O divórcio pode inibir o sistema imunitário, tornando-nos mais vulneráveis às doenças.

27. Apaguem mais vezes a televisão e dediquem-se um ao outro. Joguem, dancem, jantem à luz das velas, passeiem pela rua a seguir ao jantar...

28. Seja altruísta e exija o mesmo dele. Uma relação deve ser mais construída com base no ‘nós' do que no ‘eu'. Não se sacrifique, mas tente ir ao encontro do que faz ambos felizes. O casamento deve ser uma colaboração e não uma competição entre duas pessoas inflexíveis e centradas nelas próprias.

29. Não guarde mágoas nem rancores. O tempo faz explodir as relações onde isto acontece, como uma autêntica bomba-relógio. Fale do que a incomoda, mas não de cabeça quente. Espera 10 minutos, 2 horas, para se acalmar e desabafe. Sobretudo, não se deitem amargurados!



30. Ele é de poucas falas? Pense bem: sempre foi assim ou houve uma mudança de atitude? Se sempre foi assim, lembre-se que é feitio e, no geral, os homens têm mais dificuldade em expressar emoções. Não tente sacar o que o perturba com perguntas constante, ponha-o à vontade: diga-lhe apenas que você está à disposição dele se quiser desabafar e quando se sentir preparado.



"Penso que não há segredos, só o amor e o respeito mútuo. O principal é gostar muito da outra pessoa. E mesmo que, por vezes, os defeitos da outra pessoa venham ao de cima, o ideal é pensarmos que nós próprios também os temos", Maria Cavaco Silva, professora, casada com o ex-primeiro ministro Aníbal Cavaco Silva há 40 anos


"O essencial é gostar-se muito da pessoa com quem partilhamos a vida. Não seria possível continuar casado se não gostasse da minha mulher. Com o tempo constrói-se também a tolerância e a compreensão. Todos os seres humanos têm um lado negativo que é preciso receber, sem se estar sempre a questionar. O que prevalece é o facto de querermos estar juntos. Sem prejuízo da personalidade de cada um cria-se uma doce dependência, a que romanticamente se chama amor.

Penso ainda que com a transformação de mentalidades as pessoas actualmente têm tendência a acharem que não vale a pena fazer concessões. Mas esse é o caminho mais fácil e que dá origem à ruptura de muitos casamentos.", Carlos do Carmo, fadista, casado há 39 anos com Maria Judite do Carmo


"O mais importante é que a chama do amor se mantenha acesa, haja respeito mútuo e uma grande cumplicidade. O casamento acaba por ser uma soma de pequenas atenções, pequenos nadas, mas que todos juntos acabam por fazer a nossa felicidade. Por exemplo, se o outro gosta de ver futebol, porque é que havemos de fazer um alarido com isso? Mesmo quando o meu marido vai ao Porto ver a sua equipa jogar, eu faço qualquer coisa de que também goste. E é importante valorizá-lo, dizer-lhe que continua a ser o meu amor, elogiá-lo nalguma tarefa que tenha feito muito bem... E, claro, arranjar tempo para o casal, para estarmos juntos, apesar das crianças e do trabalho", Maria Manuel Cyrne, empresária, casada há 28 anos com José Pedro Cyrne


" Deve haver enorme respeito recíproco e cada indivíduo não pode, nem deve, alterar a sua personalidade. Basicamente tem de existir gostos comuns, cumplicidades e uma enorme amizade", Ana Salazar, estilista, divorciada, continua a viver com o ex-marido, com quem mantém uma excelente relação

domingo, 2 de junho de 2013

Crise no casamento

Brigas, discussões e conflitos



Com mais ou menos intensidade, quantos casais já não conviveram em meio a brigas, acusações e falta de carinho como temos presenciado nas cenas de Marta e Alex? A crise chega, se instaura, se alastra e, muitas vezes, não avisa que está ali, destruindo pouco a pouco todos os prazeres de uma relação a dois. “Onde antes havia um clima de cumplicidade e de companheirismo, agora há um clima de conflitos e de desavenças”, explica a psicóloga Olga Tessari.

Ou seja, quando o barco do casamento está afundando, só não percebe quem não quer! Para facilitar a identificação da crise, Olga listou os principais sinais de que um relacionamento acabou ou de que está prestes a acabar se nada for feito a tempo. São eles:

· desinteresse dele(a) por você

· ele(a) costuma alegar falta de tempo

· ele(a) evita ficar a sós com você

· a atividade sexual diminui ou desaparece por completo

· irritação e brigas fúteis por qualquer motivo

· mudança de hábitos e de comportamento. “Você tem a sensação de que está ao lado de `outra pessoa´ e não daquela com quem conviveu por tanto tempo”, explica a psicóloga.

· Falta de respeito e de amizade. “A outra pessoa, que antes tanto lhe valorizava, agora vê apenas os seus defeitos e sempre encontra um motivo para tecer críticas a você”, esclarece Olga.

‘Tristes para sempre... ’

Mas por que os casais custam a dar uma rebordosa na relação quando percebem que ela já não tem mais futuro? Segundo Olga, são muitas as razões que levam uma pessoa a não tomar uma atitude, mesmo diante de um péssimo relacionamento! Ela listou os principais medos que levam ao comodismo:

· de perder o status, tendo que dividir o patrimônio

· de não se sentir capaz de cuidar de si mesmo sozinho

· da solidão

· de ficar longe dos filhos

· do comentário e crítica das outras pessoas

· da perda de amigos em comum

· de perder a rotina. “Por incrível que pareça, o ser humano adora rotina e, muitas vezes, mesmo sendo sofrida, prefere manter a rotina a aventurar-se em novas”, explica Olga Tessari.

· Da sensação de fracasso por não ter conseguido manter o relacionamento

Conselhos da especialista

Tomar a decisão certa é difícil. Para ajudar quem se encontra nesta situação tão delicada, Olga Tessari dá algumas orientações:

· O primeiro passo é procurar elevar a sua auto estima: valorize suas qualidades, pare de se culpar e de se sentir um lixo porque o casamento não deu certo.

· Ocupe seu tempo consigo mesmo: faça novos amigos, vá estudar, mude o seu visual (corte o cabelo, compre roupas novas, etc....).

· Evite apenas de se relacionar com outra pessoa logo em seguida. Aquela história de que é preciso um novo amor para curar a dor da perda é lenda! Certamente, se você se relacionar agora, vai acabar repetindo os mesmos erros que levaram ao fim do relacionamento atual.

· Após chorar pela perda durante um período (o luto é normal e natural), arregace as mangas, avalie seus erros e aprenda com eles para que, num futuro relacionamento você possa acertar!

A psicóloga lembra ainda que o sucesso de um casamento depende dos dois. “E se o outro não quer a mesma coisa, fazer o quê? É difícil e sofrido chegar à conclusão de que acabou, mas nada como o tempo para dizer que esta é a melhor escolha!”, afirma Olga.

quarta-feira, 20 de março de 2013

20 DICAS PARA VIVER BEM NO CASAMENTO



1. Aprenda a perdoar (esquecendo) para não criar raiz de amargura. Lembre-se de esquecer!

“Todos os dias dos aflitos são maus, mas o de coração alegre tem um banquete contínuo.” (Prov. 15:15)

2. Um não deve atirar sentimentos no outro. Busque trazer soluções quando apresentar os problemas (apontar erros).

“O homem se alegra na resposta da sua boca, e a palavra, a seu tempo, quão boa é!” (Prov. 15:22)

3. Cuidado quando for utilizar o humor para não aumentar a tensão. Utilize o humor só quando tiver convicção que vai aliviar a tensão.

“O coração do justo medita o que há de responder, mas a boca dos ímpios derrama em abundância as coisas más.” (Prov. 15:28)

4. Se quiser manter o cálice do amor transbordando em seu casamento, não utilize o sarcasmo um para com o outro.

“A língua dos sábios adorna a sabedoria, mas a boca dos tolos derramam a estultícia.” (Prov. 15:2)

5. No casamento, a comunicação deve ser adequada. O amor faz solicitações e não imposições.

“A morte e a vida estão no poder da língua; e aquele que a ama comerá do seu fruto.” (Prov. 18:21)

6. Quando você e seu cônjuge experimentar das adversidades da vida, não comunique a Deus o tamanho delas, mas diga para as adversidades o tamanho do seu Deus.

“Não andeis ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplica, com ações de graças, sejam as vossas petições conhecidas diante de Deus.” (Filipenses 4:6)

7. Escolha o momento certo e o local adequado para falar ao outro o que mais desagrada a você.

“A palavra branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira. A sabedoria do homem lhe dá paciência; a sua glória está em esquecer ofensas.” (Provérbios 15:1; 19:11)

8. Concentre-se em resolver as incompatibilidades que geram tensões conjugais.

“Porventura andarão dois juntos, se não estiverem de acordo? … tudo o que é verdadeiro, honesto, justo, puro, amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude e se há algum louvor, nisto pensai.” (Amós 3:3 / Filip. 4:8)

9. Uma pessoa não pode se deixar vencer pelo desespero, mas o vença pelo conhecimento da palavra de Deus.

“O coração sábio buscará o conhecimento, mas a boca dos tolos se apascentará de estultícia.” (Prov. 15:14)

10. Comunicação é um processo lento de maturidade de compreender e de se fazer compreendido.

“Os lábios dos sábios derramarão o conhecimento, mas o coração dos tolos não faz assim.” (Prov. 15:7)

11. As mulheres têm necessidades de conversar com seu companheiro e tê-lo como um grande amigo.

“Aquele que encontra uma esposa, acha o bem, e alcança a benevolência do Senhor.” (Prov. 18:22)

12. O casal deve andar juntos, não só literalmente. O diálogo é fundamental para que haja compreensão.

“O amor não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor nunca falha;…” (I Coríntios 13: 6-8)

13. A cooperação também é importante para um casal que deseja andar, literalmente, juntos.

“E lhes darei um mesmo coração, e um só caminho, para que me temam todos os dias, para seu bem, e o bem de seus filhos, depois deles.” (Jeremias 32:39)

14. Trate o seu arranhão hoje, para mais tarde não se tornar algo mais sério. Não deixe para tratar o pecado amanhã.

“Irai-vos e não pequeis; não se ponha o sol sobre a vossa ira. Não deis lugar ao diabo.” (Ef. 4:26,27)

15. Decida amar seu cônjuge na linguagem que ele consegue compreender: seja palavras de afirmação, qualidade de tempo, formas de servir, toque físico, ou mesmo presentes.

“O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece. ” (I Coríntios 13:4)

36. Marido e esposa, a comunicação é a chave do casamento. Portanto, compartilhe ao outro a sua própria linguagem do amor.

“Como cerva amorosa, e gazela graciosa; saciem-te os seus seios em todo o tempo; e pelo seu amor sê atraído perpetuamente. ” (Provérbios 5:19)

17. O objetivo do amor não é obter o que se deseja, mas fazer algo pelo bem-estar daquele a quem se ama.

“Portanto, cada um de nós, agrade ao seu próximo no que é bom para edificação.” (Romanos 15:1)

18. A fidelidade entre marido e esposa é fruto da relação de ambos com Deus.

“O que adultera é falto de entendimento; destrói a sua alma o que tal faz. Achará castigo e vilipêndio, e o seu opróbrio nunca se apagará.” (Provérbios 6:32,33)

19. “Achar tempo” é questão de prioridade. Se a linguagem do seu cônjuge é qualidade de tempo, comece a planejar, abra mão de algumas atividades particulares em prol do outro. Vai valer a pena, acredite!

“O amor não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;” (I Coríntios 13:5)

20. Há várias formas de presentear. O mais importante é a mensagem nas entrelinhas que o presente trás. Use e abuse de sua criatividade.

“Quem guardar o mandamento não experimentará nenhum mal; e o coração do sábio discernirá o tempo e modo.” (Eclesiastes 8:5)

quinta-feira, 7 de março de 2013

O que fazer quando o Amor estiver por um Fio?


O grande desafio na vida de muitos casais é justamente até que ponto conseguirão no decorrer dos anos quebrarem as rotinas, ou seja os altos e baixos que interferem nos relacionamentos.

Para a maioria das pessoas trocar o cônjuge por outro, parece ser a melhor opção uma vez que as possibilidades de se entenderem tornam-se remotas e escassas.

O fato é, que trocar de mulher ou de marido, nunca foi e nunca será uma boa opção, visto que com o tempo os mesmos ou outros problemas maiores, darão margens para desentendimentos.

O que fazer então quando o amor estiver dando sinais de esfriamento, colocando em risco a união e o amor do casal?

1.Enfrentar os problemas, de frente, sem rodeios.

Eu particularmente não conheço nenhum casal que não tivesse problemas de relacionamentos. Fatalmente os desentendimentos afetarão mais dias ou menos dias a vida do casal em proporções menores ou maiores dependendo da situação. Fugir do problema ou deixar sempre para depois, como que ignorando o mesmo, pode aumentar o sentimento de impossibilidade de solução. Por isso enfrentar de frente, olho no olho e necessário. Conversar sobre os motivos que os levaram ao desgaste emocional parece ser por demais evidente e apropriado para cada tipo de conflito.

2.Entender a diferença que existe entre emoções e decisões pode servir de ajuda.

Existem relacionamentos que infelizmente estão alicerçados no emocionalismo. Todas as ações pertinentes, individuais ou coletivas são baseadas somente no estado emocional. E sabemos que não podemos e nem devemos confiar em nossas emoções, porque as mesmas deixam a desejar. Quer ver alguns exemplos: Você lembra da sua época de namoro no tocante ao tempo que vocês gastavam juntos. De fato a prioridade era ficar juntos se curtindo não e mesmo? O que aconteceu depois do casamento, aquele frenesi ainda permanece? Os beijos apaixonados ainda estão em evidencia ou simplesmente com o tempo foram diminuindo até chegar quem sabe as bitocas ou nem isso. E com relação a pratica do sexo? No inicio do casamento era todo dia, depois 5 vezes por semana, depois 3, 2, 1 vez por semana. E hoje você nem se lembra quando foi a ultima vez? Mas afinal, o que gera esta disparidade, que muitas vezes nem paramos pra refletir? A parte emocional que todo ser humano tem e que esta em evidência, as emoções, precisam ser acompanhadas de boas decisões, de boas escolhas. São boas escolhas que geram boas emoções, e não vice-versa. De fato você deve começar o seu dia trabalhando a sua mente na direção destas escolhas. O seu relacionamento conjugal vai melhorar, quando você entender que parte do sucesso do mesmo, esta em como administrar suas emoções em função de boas escolhas. Em outras palavras, a cada dia você escolhe amar sua esposa, seu marido e quando você faz isto confiando em Deus, o emocional estará agindo a favor de vocês e o amor aquecerá novamente se ele estiver a desejar.

Para o homem

Veja bem. Você pode escolher:

Amar a sua esposa cada dia, dizendo-lhe com sinceridade frases de efeito do tipo:

Eu amo você querida

Você e especial para mim

Não criticar nenhuma parte do seu corpo e nem ressaltar a sua idade.

Ajudá-la sempre que puder nos serviços de casa

Ajudá-la com os filhos: Levando-os a escola; Examinando tarefas; Levando para passear, etc.

Não anti-patizá-la com comparações em relação a outras mulheres

Mandar-lhe esporadicamente flores com declarações amorosas

Respeitar os seus momentos tediosos, principalmente em períodos de menstruação, onde a mulher fica mais nervosa.

Em todo e qualquer lugar ter olhos sempre para ela.

Não interferir quando a sua esposa estiver disciplinando ou chamando atenção dos filhos

Na pratica de relações sexuais ser carinhoso e compreensível para não machucá-la.

Elogiá-la todos os dias

Evitar de levantar a voz e tratar os problemas sem agressões verbais e muito menos físicas.

Nunca mentir. Falar somente a verdade.

Pedir perdão todas as vezes que errar contra ela.

Respeitar a sua individualidade.

Não bancar o marido ciumento, criando situações constrangedoras no relacionamento.

Arranjar tempo de qualidade para saírem juntos.

Orar por ela e com ela todos os dias.

Para a mulher

Veja bem. Você pode escolher:

Respeitar as decisões de seu marido, mesmo que alguns delas não sejam lá muito boas.

Deixar de criticar ou falar mal dele com a sua família, vizinhos ou amigos.

Bons momentos para praticar o sexo, sem pressa, e sem cobranças quando ele a procura.

Ter como meta permanente, viver dentro do orçamento da família.

Estar do lado dele, nos momentos difíceis da vida.

Não interferir quando o seu marido estiver disciplinando ou chamando atenção dos filhos

Não se opor as suas cariciais românticas, antes, durante e depois dos momentos de relação sexual.

Evitar de levantar a voz. Tratar os problemas sem agressões verbais e muito menos físicas.

Nunca mentir. Falar sempre a verdade.

Pedir perdão todas as vezes que errar contra ele.

Evitar de ser uma mulher ciumenta.

Arranjar tempo de qualidade para saírem juntos.

Escolher os melhores momentos para apresentar os problemas caseiros.

Respeitá-lo na sua individualidade

Orar por ele e com ele todos os dias.

Quando ambos procurarem fazer boas escolhas, com certeza as emoções entrarão em cena para tornar o casamento cada vez mais forte, saudável e duradouro.

Lembre-se: Boas decisões, boas escolhas diárias, boas emoções que solidificam o casamento.

terça-feira, 5 de março de 2013

DEUS E A FELICIDADE NO CASAMENTO

Felicidade! Quem não deseja ser feliz? Muitos fazem da felicidade o propósito final de suas vidas e, por isso, lutam desesperadamente para alcançá-la.

Ser feliz, conforme os dicionários, é ser abençoado, bem-aventurado, animado, afortunado, alegre, próspero, saudável, bem-sucedido, radiante e esperançoso. Quem não almeja ser assim? Quando pensamos em casamento, por exemplo, podemos afirmar que a maioria esmagadora dos noivos desejam encontrar tudo isto ao lado do futuro cônjuge. Isto é possível? – esta é a pergunta que incomoda. Precisamos entender que “a tal felicidade” tão sonhada só poderá ser conquistada se os princípios e os valores estabelecidos por Deus forem levados a sério.

A fé cristã dá-nos a convicçao de que sem a graça de Deus em nossa vida todos seríamos infelizes. A sua vontade é “boa, agradável e perfeita” (Rm.12:2). Vejamos a vontade de Deus para que você seja feliz no casamento. PRIMEIRO: Ele faz a escolha. Em Gênesis 2:18 lemos: “Disse mais o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma ajudadora que lhe seja idônea.” O homem tinha Alguém acima dele: Deus; tinha criaturas abaixo dele: os animais; faltava-lhe, porem, alguém ao lado dele. Deus, em sua Sabedoria, deu-lhe a mulher.

É interessante observar que o Senhor proporcionou ao homem o sentimento da ausência. O homem que administrava a terra, dava nomes aos animais e as aves do céu, sentia falta de alguém ao seu lado. A iniciativa da escolha, porém, foi de Deus. As necessidades físicas, estéticas, emocionais e espirituais foram supridas pela vontade de Deus em Sua habilidade e sabedoria na formação da companheira perfeita.



O cristão identificado com o seu Senhor, deve submeter-se à vontade divina. Deus conhece todas as coisas e sabe perfeitamente o que é melhor para a nossa vida. O que os olhos vêem nem sempre é o melhor. Quando Samuel buscou dentre os filhos de Jessé (I Sm.16:1-13) o escolhido para reinar em Israel, os parâmetros humanos foram inicialmente observados: idade, força e beleza. Os valores de Deus eram outros. Deus olhava o coração de Davi, o filho menor, que apascentava o rebanho do pai nas montanhas.

A bem-aventurança no contexto do casamento passa obrigatoriamente pela escolha de Deus da pessoa que estará ao nosso lado “até que a morte nos separe”. SEGUNDO: Ele valoriza o relacionamento conjugal. “Portanto deixará o homem a seu pai e a sua mãe...” (Gn.2:24a). A psicologia afirma que o relacionamento da criança com os pais determinará a estrutura física e emocional por toda a vida.

Proteção, atenção e amor são determinantes na formação da nossa personalidade. E este relacionamento deve merecer o respeito e amor para sempre. Pois bem, diz a Palavra de Deus, no casamento o relacionamento pais/filhos passa a ser secundário. Agora, o relacionamento conjugal passa a ser prioritário.

O apóstolo Paulo diz que o amor do marido para com a sua esposa deve ser semelhante ao amor de Jesus para com a sua Igreja (Ef.5;25-31a). Um amor altruista, sacrifical. Muitos casais são infelizes no casamento por não compreenderem o valor que Deus dá a esta instituiçao e, consequentemente, colocam o relacionamento conjugal como um valor secundário em suas vidas. Não há tempo para investir no relacionamento.

Mas, tempo é uma questão de valor. Sempre teremos tempo para as coisas que nos são verdadeiramente preciosas. TERCEIRO: Ele determina que o relacionamento seja para sempre “...e unir-se-á à sua mulher...” (Gn.2:24b) Jesus confirma: “Portanto o que Deus ajuntou, não o separe o homem” (Mc.10:9). Deus não iria criar uma instituição para, provisoriamente, suprir as necessidades do ser humano.

A imperfeição está longe do Criador. Deus nunca poderia escolher alguém para um tempo, para uma experiência. Alguém que fosse provisório em nossa vida. Não! O problema está no homem que não se submete à vontade divina e busca os seus relacionamentos levados por instintos ou por valores deturpados de uma sociedade ímpia. Os padrões determinados por essa sociedade não conferem com os padrões de Deus (Rm.12:1,2).

Quando Jesus aborda a questão do divórcio, em resposta às perguntas dos fariseus, diz enfaticamente: “Pela dureza dos vossos corações Moisés vos deixou escrito esse mandamento....O que Deus ajuntou, não o separe homem.” (Mc.10:5,9). A dureza de coração não é própria dos filhos de Deus, salvos por Jesus Cristo. As justificativas para a separação podem ser aceitas e aprovadas pelos homens, nunca por Deus. O casamento é para sempre. É pra valer! QUARTO: Ele projeta uma união perfeita “...e serão uma só carne...” (Gn.2:24c) Isto significa que há uma aliança, um compromisso de vida entre marido e mulher.

Compromisso de compartilhar sentimentos, sonhos, atitudes, vontades, corpo e tudo o mais na vida de duas pessoas que escolheram entrar em uma instituição criada por Deus: o matrimônio. O relacionamento marido-mulher contribui para que um e outro se completem e se realizem como pessoas criadas à imagem e semelhança de Deus.
 
Há uma sinergia indestrutível. Todo casal precisa compreender esta verdade. No compromisso de amor, de fidelidade e de permanência assumido com o cônjuge está, também, o compromisso com Aquele que é o Autor e Sustentador desta aliança. E Ele, em Sua Graça, capacita a todos na realização plena da Sua vontade. Conclusão: Tudo se resume em uma só palavra: submissão. É impossível encontrarmos a felicidade longe de Deus.
 
O pr. David Gomes, de saudosa memória, já dizia: “Felicidade começa com Fé”. Fé em Deus. Fé em Seus princípos e em Seus valores. E, assim, com a vida submissa à Sua vontade, homens e mulheres poderão encontrar as pessoas escolhidas por Deus que proporcionarão encontrar a “tal” felicidade.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

CRISES NO CASAMENTO POR DESLEIXO, ROTINA E DETERIORAÇÃO DA VIDA CONJUGAL



O matrimônio deteriora-se quando não se renova, quando se permite que entre nos trilhos da rotina.

Há uma rotina indispensável e benéfica que nos permite cumprir com regularidade, constância e pontualidade os nossos deveres espirituais, familiares e profissionais. Esta rotina constrói uma estrutura de vida sólida, cria um comportamento homogêneo que nos ajuda a libertar-nos da espontaneidade meramente anárquica, dos caprichos emocionais dissolventes e perniciosos.

Mas existe uma outra rotina, a rotina mortífera, que deve ser afastada como a peste. É uma rotina que, pouco a pouco, como uma sanguessuga, vai dessangrando o con vívio conjugal. Todos os dias um pouco. Imperceptivelmente, endurece-nos, converte os nossos atos em algo mecânico, torna-nos autômatos, robôs sem vida, extingue o calor e a alegria de viver e de amar. Esta rotina provoca um desgaste progressivo na vida familiar, uma perda de energias, uma espécie de anemia vital que torna a existência cinzenta, anódina, incolor.

Lembro-me daquela música dos anos 60 cantada por Ronnie Von: "A mesma praça, os mesmos bancos, as mesmas flores, o mesmo jardim, tudo é igual, assim tão tris te..." Alguns poderiam queixar-se, de forma semelhante: "A mesma esposa, a mesma família, o mesmo trabalho, a mesma paisagem, a mesma "droga de sempre"... É tudo tão triste e cansativo..."

Talvez se consiga continuar caminhando mesmo assim. Externamente, o casal vai mantendo as aparências, como um móvel visitado pelo cupim, corroído por dentro. Por fora, nada se percebe, mas de repente tudo desmorona, os cenários desabam, as fachadas caem e aparece um panorama desolador: "Meu Deus, toda a minha vida, daqui para a frente, vai ser igual"... E entra-se numa espécie de letargia mortífera. Muitas infelicidades, muitas crises conjugais, muitas deserções são provocadas por esse fenômeno.

Quando na nossa vida diária não "contemplamos o amor", não renovamos o amor, caímos nessa rotina que mata. Os mesmos bancos, as mesmas flores, o mesmo jardim, a pesada monotonia do que é sempre igual, deve-se - como dizia ainda a canção - a que "não tenho você perto de mim". Quando o amor está ausente, tudo é tão triste...!

Você talvez já tenha passado por uma experiência parecida. Estava trabalhando numa tarefa extremamente enfadonha, repetitiva, rotineira... e pensava: "Tomara que termine logo"... De repente, alguém que você ama muito pôs-se ao seu lado e disse-lhe: "Deixe que lhe dê uma mão. Ao menos, deixe-me ficar com você até terminar"... E, naquele momento, você murmurou: "Tomara que não termine nunca!" As mesmas circunstâncias mudam substancialmente quando o amor está presente. A mesma família, a mesma esposa..., mas tudo é diferente porque se soube remoçar o amor: as pupilas, dilatadas pelo amor de Deus, pelo amor ao cônjuge e aos filhos, conseguem enxergar uma nova família, uma nova esposa, um novo trabalho todos os dias.

O poeta francês Lamartine passava horas a fio olhando sempre para o mesmo mar. Alguém lhe perguntou certa vez: "Mas não se cansa de olhar sempre a mesma vista?" - "Não - respondeu -; por que será que todos vêem o que eu vejo e ninguém enxerga o que eu enxergo?" A sua alma de poeta permitia-lhe ver realidades diferentes nas paisagens de sempre. A alma contemplativa que o amor nos confere dá-nos também essa acuidade espiritual que nos permite ver mundos novos por trás das aparências sempre iguais do monótono viver diário. Em contrapartida, quando não existe uma viva preocupação por renovar o amor como o fator mais importante da vida conjugal e familiar, aparecem esses matrimônios corroídos pela monotonia.

Lembro-me do Gilberto e da Cida. Acompanhei as suas vidas desde o início do casamento. Amavam-se muito. Gilberto, jovem advogado que achava lindíssima a sua "Cidinha", trabalhou muito e prosperou. Aconselhava-se espiritualmente comigo.

Depois de catorze anos de casamento, Gilberto disse-me um dia:

- O meu casamento entrou em crise. Morro de tédio e monotonia. Todos os dias, quando me levanto, vejo a Cida despenteada, sem se arrumar, horrorosa, com os pés enfiados nuns chinelos horríveis que não troca faz quinze anos, arrastando-se pelos corredores, cansada... Abro a porta do quarto e encontro as crianças, que já são adolescentes, discutindo, brigando... A minha casa parece um zoológico...

"Depois, chego ao escritório e encontro lá a Mônica, uma estagiária. O panorama muda da água para o vinho. Ela é encantadora. Acho que tem uma queda por mim... Aproxima-se, charmosa...: "O senhor parece cansado...; não quer que lhe traga uma aspirina com uma coca-cola?" E afasta-se com um andar cadenciado que me arrebata... Estou perdendo a cabeça... Em casa, sinto-me acorrentado... Tenho necessidade de libertar-me. Por que condenar-me à prisão de um amor que já morreu? O contraste entre a Mônica e a Cidinha é muito forte... Não sei, não... O que me aconselha?...

- Eu lhe daria quatro conselhos - respondi -, mas preciso antes que você me diga se está disposto a cumpri-los.

- Sempre aceitei e pratiquei os seus conselhos, e não é agora, neste momento crítico, que deixarei de segui-los! - O primeiro - prossegui -, é que mande embora a estagiária...

- Não! Isso não!!

- Prometeu seguir os meus conselhos... Ao menos, dê-lhe trinta dias de férias remuneradas...

- Isso sim, posso fazer...

- Em segundo lugar - acrescentei -, leve o seu filho mais velho à igreja em que você se casou, e, diante do altar e do sacrário onde você prometeu à Cida que a amaria até que a morte os separasse, diga ao seu filho que pensa trocar a mãe dele pela Mônica... Já imaginou o que lhe responderá esse seu filho, que lhe parece um "bicho do zoológico", mas que ama o pai mais do que tudo no mundo? Quer que lhe diga?: "Pai, esperaria qualquer coisa de você, menos que fizesse uma cachorrada dessas com a minha mãe"...

- O senhor está sendo duro demais - retrucou o meu amigo.

- Não. Pense que estou apenas adiantando o que, muito provavelmente, lhe dirá o seu filho...

"Terceiro conselho: olhe a Cida com outros olhos, como a mãe dos seus filhos, como aquela que perdeu a juventude e a beleza ao seu lado, que já fez o papel de enfermei ra - quantos remédios ela já não lhe levou à cama! -, mãe e companheira amorosa; e, especialmente, recomendo que aprofunde mais na sua vida espiritual, que está muito desleixada: daí tirará forças. E, por último, antes de ter essa conversa com o seu filho, espere que eu fale com a Cida... Diga-lhe que marque uma hora comigo...

Veio a Cida, toda inocente, desarrumada, despenteada:

- Cida, por favor, arrume a "fachada" e... compre outros chinelos!

A Cida era inteligente. Foi ao cabeleireiro, comprou roupas novas, uns chinelos novos, tornou-se mais carinhosa com o Gilberto, preparou as "comidinhas" de que ele gostava... e terminou "reconquistando" o marido.

Quando a Mônica voltou de férias, o Gilberto dispensou-a sumariamente.

Hoje, Gilberto e Cida são muitos felizes. O filho mais velho formou-se em Engenharia. Nem suspeita de nada. Continua adorando o pai, como os demais irmãos. Mui tas vezes penso o que teria acontecido a essa família se o Gilberto se tivesse deixado enfeitiçar pelo canto da sereia.

É evidente que nem o marido nem a mulher devem permitir esse desgaste. A monotonia densa, pesada, que torna a vida uniforme, insípida, tediosa, insustentável, venenosa, reclama clamorosamente uma renovação.

Outra recordação que talvez seja útil. Um amigo veio-me fazer uma confidência sobre as "amarguras" do seu casamento:

- A Elizabeth está esquisita, anda queíxando-se continuamente de stress; sente-se abafada dentro de casa; diz que não tem horizontes...

- Mas ela era alegre, animada, esportista... Por que você não tem a coragem de perguntar-lhe à queima-roupa: "Que você gostaria de fazer um dia qualquer deste mês? Diga, por favor, rapidinho"...

Ele fez a experiência e ficou "bobo":

- Ela começou a pular e rir como uma criança... "Você fala a sério? Eu quero ir à praia de Búzios e comer uma suculenta peixada depois daquele banho de mar, no mes mo quiosque onde nós íamos namorar..." Quando eu concordei, rindo, foi como se o véu da desmotivação que cobria o seu rosto caísse por terra num instante. Fomos à praia, almoçamos como quando éramos namorados... e regamos a "peixada" com uma cerveja geladinha... O senhor quer saber de uma coisa? Ela não arreda pé ... Cada trinta dias me pergunta: "Vamos a Búzios?" Faz dois meses que não discutimos. Ela está muito bem disposta... parece que o cansaço acabou...

Renovar-se ou morrer, dizem os franceses; é preciso superar essa seqüência cinzenta de dias e semanas; é mister uma renovação de idéias, projetos e programas de vida, introduzindo em cada semana uma pequena novidade, um passeio, um jantar fora de casa, um "dia azul"... e a cada biênio um novo roteiro de férias, uma pequena reforma na casa; e, para as mulheres especialmente, uma renovação da fachada, do visual, do penteado..., esforçando-se por estar sempre atraentes, dentro de casa ainda mais do que fora, a fim de conquistar e reconquistar o seu marido todos os dias.

Mas o que é mesmo absolutamente necessário é o fortalecimento espiritual. Como já dissemos, é do fundo da alma que brotam, como de uma fonte, novas perspectivas de vida. O Espírito Santo permite, como diz a Sagrada Escritura, que a nossa juventude se renove corno a da águia! (SI 102, 5). Todo o amor genuíno, seja qual for a sua natureza, tem em Deus o seu fulcro e o seu término. Por isso, o problema da monotonia, do cansaço, do desgaste do amor conjugal encontra no amor de Deus o estopim da sua renovação: é o amor a Deus, vivido no meio dos afazeres diários, que dilata as nossas pupilas para que possamos, como Lamartine, encontrar no mar da família perspectivas novas, e no rosto do outro cônjuge os valores esquecidos.

Um caso que ilustra esta verdade. O marido - que já tinha passado dos sessenta, e ela idem - vinha-me dizendo havia anos que não suportava mais a mulher, que con viviam, mas trocavam poucas palavras, e que iam à Missa e faziam as suas orações cada um por sua conta. Mas ele sofria com esse seu modo de ser, pouco flexível em questões domésticas, e lutava por vencer-se. Um dia, porém, chegou com um largo sorriso: "Sabe? Desde há um mês, voltamos a rezar juntos, minha mulher e eu". Parece uma bobagem, mas esse gesto comum - rezar juntos - derrubou as barreiras. No início custou, mas pouco a pouco converteu-se no sinal mais claro e mais seguro da reversão de uma crise matrimonial que se vinha arrastando, surda e tristonha, havia décadas.