Esse Video Mudou minha Vida!!!!!
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"A gente não morre quando deixamos de viver, e gente morre quando deixamos de SONHAR."
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
O que é pecado – A grande pergunta
Vivemos em uma cultura em que o conceito de pecado está envolvido em argumentos legalistas sobre o certo e errado. Ao considerar "O que é pecado?", pensamos em violações dos Dez Mandamentos. Mesmo assim, temos a tendência de enxergar homicídio e adultério como "grandes" pecados, em comparação com mentira, linguagem torpe ou idolatria.
A verdade é que o pecado, como definido nas traduções originais da Bíblia, significa "não atingir a marca". A marca, neste caso, é o padrão de perfeição estabelecido por Deus e vivido por Jesus. Avaliados neste contexto, é evidente que todos nós somos pecadores.
O Apóstolo Paulo diz em Romanos 3:23: "Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus".
À luz desta verdade, não é bom comparar-nos uns com os outros. Nós não podemos fugir da nossa incapacidade de ser justos com a nossa própria força. Essa é a forma em que Deus nos fez, porque só quando compreendemos a nossa fraqueza é que vamos considerar a nossa necessidade do sacrifício expiatório de Jesus.
O que é pecado – Uma perspectiva bíblica
O pecado é mencionado centenas de vezes na Bíblia, começando com o pecado "original" quando Adão e Eva comeram da árvore do conhecimento. Muitas vezes aparenta ser o caso que o pecado é apenas a violação de quaisquer das leis de Deus, inclusive dos Dez Mandamentos.
Paulo, no entanto, nos dá mais um esclarecimento em Romanos 3:20, quando diz: "porquanto pelas obras da lei nenhum homem será justificado diante dele; pois o que vem pela lei é o pleno conhecimento do pecado".
Deus quer que reconheçamos os nossos pecados. Mesmo os que não nunca assassinaram ou cometeram adultério irão ser condenados por mentir, ou por cultuar falsos ídolos, como os ídolos da riqueza ou de poder, ao invés de adorar a Deus apenas.
Tragicamente, o pecado em qualquer quantidade nos afasta de Deus.
Isaías 59:1-2 diz: "Eis que a mão do Senhor não está encolhida, para que não possa salvar; nem surdo o seu ouvido, para que não possa ouvir mas as vossas iniquidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados esconderam o seu rosto de vós, de modo que não vos ouça."
Temos que resistir a tentação de agir como se fôssemos justos, especialmente ao tentar depender de nossas boas obras para alcançar justificação.
"Se dissermos que não temos pecado nenhum, enganamo-nos a nós mesmos, e a verdade não está em nós. Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça. Se dissermos que não temos cometido pecado, fazemo-lo mentiroso, e a sua palavra não está em nós" (1 João 1:8-10).
O que é pecado – Um chamado ao arrependimento
A boa notícia é que, quando passamos a nos enxergar como pecadores, precisamos apenas nos arrepender e aceitar a Jesus para ser perdoado. Jesus pode nos perdoar porque ele morreu e ressuscitou três dias depois, estabelecendo sua vitória sobre o pecado e a morte.
O Apóstolo Paulo se refere a este processo de reconhecer o pecado e tomar responsabilidade por por ele como "tristeza segundo Deus".
Paulo escreve em 2 Coríntios 7:10-11: "Porque a tristeza segundo Deus opera arrependimento para a salvação, o qual não traz pesar; mas a tristeza do mundo opera a morte. Pois vede quanto cuidado não produziu em vós isto mesmo, o serdes contristados segundo Deus! sim, que defesa própria, que indignação, que temor, que saudades, que zelo, que vingança! Em tudo provastes estar inocentes nesse negócio."
A verdade é que o pecado, como definido nas traduções originais da Bíblia, significa "não atingir a marca". A marca, neste caso, é o padrão de perfeição estabelecido por Deus e vivido por Jesus. Avaliados neste contexto, é evidente que todos nós somos pecadores.
O Apóstolo Paulo diz em Romanos 3:23: "Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus".
À luz desta verdade, não é bom comparar-nos uns com os outros. Nós não podemos fugir da nossa incapacidade de ser justos com a nossa própria força. Essa é a forma em que Deus nos fez, porque só quando compreendemos a nossa fraqueza é que vamos considerar a nossa necessidade do sacrifício expiatório de Jesus.
O que é pecado – Uma perspectiva bíblica
O pecado é mencionado centenas de vezes na Bíblia, começando com o pecado "original" quando Adão e Eva comeram da árvore do conhecimento. Muitas vezes aparenta ser o caso que o pecado é apenas a violação de quaisquer das leis de Deus, inclusive dos Dez Mandamentos.
Paulo, no entanto, nos dá mais um esclarecimento em Romanos 3:20, quando diz: "porquanto pelas obras da lei nenhum homem será justificado diante dele; pois o que vem pela lei é o pleno conhecimento do pecado".
Deus quer que reconheçamos os nossos pecados. Mesmo os que não nunca assassinaram ou cometeram adultério irão ser condenados por mentir, ou por cultuar falsos ídolos, como os ídolos da riqueza ou de poder, ao invés de adorar a Deus apenas.
Tragicamente, o pecado em qualquer quantidade nos afasta de Deus.
Isaías 59:1-2 diz: "Eis que a mão do Senhor não está encolhida, para que não possa salvar; nem surdo o seu ouvido, para que não possa ouvir mas as vossas iniquidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados esconderam o seu rosto de vós, de modo que não vos ouça."
Temos que resistir a tentação de agir como se fôssemos justos, especialmente ao tentar depender de nossas boas obras para alcançar justificação.
"Se dissermos que não temos pecado nenhum, enganamo-nos a nós mesmos, e a verdade não está em nós. Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça. Se dissermos que não temos cometido pecado, fazemo-lo mentiroso, e a sua palavra não está em nós" (1 João 1:8-10).
O que é pecado – Um chamado ao arrependimento
A boa notícia é que, quando passamos a nos enxergar como pecadores, precisamos apenas nos arrepender e aceitar a Jesus para ser perdoado. Jesus pode nos perdoar porque ele morreu e ressuscitou três dias depois, estabelecendo sua vitória sobre o pecado e a morte.
O Apóstolo Paulo se refere a este processo de reconhecer o pecado e tomar responsabilidade por por ele como "tristeza segundo Deus".
Paulo escreve em 2 Coríntios 7:10-11: "Porque a tristeza segundo Deus opera arrependimento para a salvação, o qual não traz pesar; mas a tristeza do mundo opera a morte. Pois vede quanto cuidado não produziu em vós isto mesmo, o serdes contristados segundo Deus! sim, que defesa própria, que indignação, que temor, que saudades, que zelo, que vingança! Em tudo provastes estar inocentes nesse negócio."
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Consequências do Pecado
Vale a pena assistir esse 2 vídeos, tenho a certeza que ele irá mudar a sua Vida e as decisões que tem tomado.
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
E se eu pecar?
Começamos a vida cristã com um idealismo entusiasmado! A mensagem da cruz transformou a nossa vontade. No batismo, declaramos que morremos para o velho eu, que costumávamos ser, e estamos sendo ressuscitados para andar em novidade de vida. Com uma resolução e uma determinação acompanhadas de amor, decidimos deixar de levar uma vida de pecado e começar a viver em total obediência ao Senhor.
Entretanto, esse ideal depara-se com a realidade da luta que todos enfrentamos. Satanás intensifica os seus esforços para nos reconquistar. As tentações e as provações vêm. A nossa fé é provada. E, infelizmente, muitas vezes perdemos. Pecamos; e rompe-se a comunhão com Deus. E agora? Será que está tudo perdido? É hora de desistir? Não! Em vez disso, precisamos encontrar a força para "continuar com o Senhor". Espero que essas idéias o ajudem a encontrar a coragem de continuar tentando.
Martha e eu tivemos o prazer de observar os nossos quatro filhos jogar beisebol e andar de bicicleta. Nós os ajudávamos e incentivávamos a fazer coisas que antes não sabiam fazer. Sabíamos que o processo não se daria sem sofrimentos. Não nos agradava a idéia de lábios inchados e joelhos esfolados (e, também, quatro braços quebrados S até agora!). Mas, como pais, simplesmente tínhamos de aceitar o fato de que tentar fazer novas coisas, aceitar novos desafios, traria consigo a possibilidade do insucesso. Jamais os exporíamos irresponsavelmente ao perigo; mas não poderíamos protegê-los dos choques inevitáveis da vida. Às vezes não tiveram juízo; com isso trouxeram sofrimento para eles e para nós. Mas ainda não pensávamos em matá-los por causa de seus erros. (Bem, pelo menos poucas vezes.) Acreditamos que a alegria de ter sucesso no fim é maior que o sofrimento do fracasso momentâneo!
O seu Pai, que está no céu, alegrou-se de vê-lo nascer na família dele. Ele o ama. Não o deixará irresponsavelmente à mercê do diabo (1 Coríntios 10:13). Mas também não retirará de você as tentações e as provações da vida. Aliás, são essenciais para seu crescimento e desenvolvimento. Ninguém fica mais forte levantando penas! Precisamos de montes para escalar, pesos para levantar. E haverá muitos.
Todos nós que lutarmos pela perfeição fracassaremos e não conseguiremos chegar ao nosso destino. ("Se dissermos que não temos pecado nenhum, a nós mesmo nos enganamos, e a verdade não está em nós" S 1 João 1:8). Não pretendo subestimar a seriedade do pecado. Será doloroso para você. É doloroso para Deus. E pode levar outras pessoas a pecarem. Certamente romperá o seu relacionamento com Deus. ("Filhinhos meus, estas cousas vos escrevo para que não pequeis" S 1 João 2:1).
Mas, graças a Deus, há esperança para nós quando pecamos. ("Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo; e ele é a propiciação pelos nossos pecados e não somente pelos nossos próprios, mas ainda pelos do mundo inteiro" S 1 João 2:1-2). A graça de Deus, que criou um modo de seus pecados passados serem perdoados, ainda se estende aos que agora andam na luz da verdade, mas de vez em quando dão um passo nas trevas. O sangue que purificou a você, o pecador, é o sangue que agora purifica a você, o filho de Deus que peca. Que promessa maravilhosa: "Se, porém, andarmos na luz, como ele está na luz, mantemos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado" (1 João 1:7).
Gostaria de alertá-lo! Quando pecar, Satanás quererá ganhá-lo com "excessiva tristeza" (2 Coríntios 2:7); "pois não lhe ignoramos os desígnios" (2 Coríntios 2:11). Mas, em vez de se revolver no chiqueiro do pesar mundano, que resulta em morte espiritual permanente, volte-se para os braços abertos do Pai em tristeza santa, buscando o seu perdão (2 Coríntios 7:10). Ele não deseja matar os filhos que dele se afastaram, mas quer curá-los. Diga a ele: "Pai, pequei . . . diante de ti" (Lucas 15:18). Saia da sua transgressão. "Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça" (1 João 1:9). Talvez o fardo da sua transgressão seja tão pesado que você precise da ajuda, do incentivo e da intercessão de um companheiro cristão. Nesse caso, "Confessai, pois, os vossos pecados uns aos outros e orai uns pelos outros, para serdes curados" (Tiago 5:16).
E, por fim, não deixe de tentar! Seja como Paulo, que disse: "Não que eu o tenha já recebido ou tenha já obtido a perfeição; mas prossigo para conquistar aquilo para o que também fui conquistado por Cristo Jesus" (Filipenses 3:12). Não perca de vista a esperança que o impulsionou no princípio a deixar o pecado e servir a Deus. Continue no Senhor. Quanto a mim, "prossigo"; e espero encontrá-lo na reta final!
Entretanto, esse ideal depara-se com a realidade da luta que todos enfrentamos. Satanás intensifica os seus esforços para nos reconquistar. As tentações e as provações vêm. A nossa fé é provada. E, infelizmente, muitas vezes perdemos. Pecamos; e rompe-se a comunhão com Deus. E agora? Será que está tudo perdido? É hora de desistir? Não! Em vez disso, precisamos encontrar a força para "continuar com o Senhor". Espero que essas idéias o ajudem a encontrar a coragem de continuar tentando.
Martha e eu tivemos o prazer de observar os nossos quatro filhos jogar beisebol e andar de bicicleta. Nós os ajudávamos e incentivávamos a fazer coisas que antes não sabiam fazer. Sabíamos que o processo não se daria sem sofrimentos. Não nos agradava a idéia de lábios inchados e joelhos esfolados (e, também, quatro braços quebrados S até agora!). Mas, como pais, simplesmente tínhamos de aceitar o fato de que tentar fazer novas coisas, aceitar novos desafios, traria consigo a possibilidade do insucesso. Jamais os exporíamos irresponsavelmente ao perigo; mas não poderíamos protegê-los dos choques inevitáveis da vida. Às vezes não tiveram juízo; com isso trouxeram sofrimento para eles e para nós. Mas ainda não pensávamos em matá-los por causa de seus erros. (Bem, pelo menos poucas vezes.) Acreditamos que a alegria de ter sucesso no fim é maior que o sofrimento do fracasso momentâneo!
O seu Pai, que está no céu, alegrou-se de vê-lo nascer na família dele. Ele o ama. Não o deixará irresponsavelmente à mercê do diabo (1 Coríntios 10:13). Mas também não retirará de você as tentações e as provações da vida. Aliás, são essenciais para seu crescimento e desenvolvimento. Ninguém fica mais forte levantando penas! Precisamos de montes para escalar, pesos para levantar. E haverá muitos.
Todos nós que lutarmos pela perfeição fracassaremos e não conseguiremos chegar ao nosso destino. ("Se dissermos que não temos pecado nenhum, a nós mesmo nos enganamos, e a verdade não está em nós" S 1 João 1:8). Não pretendo subestimar a seriedade do pecado. Será doloroso para você. É doloroso para Deus. E pode levar outras pessoas a pecarem. Certamente romperá o seu relacionamento com Deus. ("Filhinhos meus, estas cousas vos escrevo para que não pequeis" S 1 João 2:1).
Mas, graças a Deus, há esperança para nós quando pecamos. ("Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo; e ele é a propiciação pelos nossos pecados e não somente pelos nossos próprios, mas ainda pelos do mundo inteiro" S 1 João 2:1-2). A graça de Deus, que criou um modo de seus pecados passados serem perdoados, ainda se estende aos que agora andam na luz da verdade, mas de vez em quando dão um passo nas trevas. O sangue que purificou a você, o pecador, é o sangue que agora purifica a você, o filho de Deus que peca. Que promessa maravilhosa: "Se, porém, andarmos na luz, como ele está na luz, mantemos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado" (1 João 1:7).
Gostaria de alertá-lo! Quando pecar, Satanás quererá ganhá-lo com "excessiva tristeza" (2 Coríntios 2:7); "pois não lhe ignoramos os desígnios" (2 Coríntios 2:11). Mas, em vez de se revolver no chiqueiro do pesar mundano, que resulta em morte espiritual permanente, volte-se para os braços abertos do Pai em tristeza santa, buscando o seu perdão (2 Coríntios 7:10). Ele não deseja matar os filhos que dele se afastaram, mas quer curá-los. Diga a ele: "Pai, pequei . . . diante de ti" (Lucas 15:18). Saia da sua transgressão. "Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça" (1 João 1:9). Talvez o fardo da sua transgressão seja tão pesado que você precise da ajuda, do incentivo e da intercessão de um companheiro cristão. Nesse caso, "Confessai, pois, os vossos pecados uns aos outros e orai uns pelos outros, para serdes curados" (Tiago 5:16).
E, por fim, não deixe de tentar! Seja como Paulo, que disse: "Não que eu o tenha já recebido ou tenha já obtido a perfeição; mas prossigo para conquistar aquilo para o que também fui conquistado por Cristo Jesus" (Filipenses 3:12). Não perca de vista a esperança que o impulsionou no princípio a deixar o pecado e servir a Deus. Continue no Senhor. Quanto a mim, "prossigo"; e espero encontrá-lo na reta final!
domingo, 28 de novembro de 2010
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
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Este artigo foi originalmente publicado no The Matt Walsh Blog e foi reproduzido aqui com permissão do autor, traduzido e adaptado por Stae...
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