domingo, 12 de novembro de 2017

Exemplo de Vida

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

DEUS SEMPRE VAI ESTAR DO SEU LADO

Um pai saía todos os dias para levar seu filho à escola e, ao deixá-lo lá, ele sempre dizia: Aconteça o que acontecer, meu filho, o papai sempre estará ao seu lado!
O filho entrava todo faceiro na escola e o pai ia para o trabalho.
Um dia, houve um terremoto que destruiu toda a região. O pai saiu desesperado do trabalho e foi até sua casa. Chegando lá, ele viu que a casa ainda estava de pé e que a esposa estava bem, mas o filho ainda estava na escola, então ele foi correndo para lá e, quando chegou, viu que a escola estava em ruínas. Seu coração se encheu de tristeza, porque ele se lembrou da promessa que fazia todos os dias para o filho e que não havia cumprido. Chorando, ele mentalizou o caminho da sala de aula do filho e foi andando até lá. Chegando à sala, ele começou a retirar as pedras, sozinho. Muitos que estavam ali queriam que ele parasse para esperar o socorro, mas ele não parava. As pessoas falavam: Saia daí! O que você está fazendo? Espere o resgate chegar. E ele dizia: Você vai me ajudar? A pessoa ficava quieta, se afastava e ele continuava sozinho retirando as pedras, chorando e gritando: Filho, você está vivo? De repente, depois de muito tempo, ao retirar uma pedra grande, ele escuta lá de longe: Pai, eu estou aqui! Então, todos começam a ajudá-lo, retirando as pedras, e o menino falando: Pai, eu estou vivo! Estou com muito medo, com fome, com sede. Mas não estou sozinho, dos 36 alunos da nossa sala, tem 14 aqui comigo. Estamos presos entre duas pilastras. E o pai lhe disse: Filho, eu vou te salvar, e continuou retirando as pedras até que viu a cabeça das crianças. O pai colocou o braço no buraco para puxar a criança e disse: Filho, vem para fora, mas ele respondeu: Não pai, tira primeiro as outras crianças, eu vou sair por último, porque sei que, aconteça o que acontecer, o senhor sempre estará do meu lado. O filho se lembrou da promessa do pai.
Se hoje você está nos “escombros”, devido à tristeza, a uma dívida, à depressão, ao desejo de morte, silencie e escute o Pai retirando “as pedras” de cima de você.
Ele também grita: Filho, você está aí? Se você não consegue responder, gritar, talvez gemendo você possa dizer: Pai, eu estou sem forças, mas estou aqui e sei que, aconteça o que acontecer, o Senhor sempre estará ao meu lado

Que nesta semana você perceba Deus na sua vida, retirando “pedra por pedra”, estendendo a mão para você, porque é isso que Ele faz todos os dias. Deus vos abençoe!

terça-feira, 7 de novembro de 2017

Reformar da Previdência, uma farda

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

QUEM É VOCÊ

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Por dentro do cérebro - Dr Paulo Niemeyer Filho


O que fazer para melhorar o cérebro ? Resposta:

Você tem de tratar do espírito. Precisa estar feliz, de bem com a vida, fazer exercício. Se está deprimido, reclamando de tudo, com a auto estima baixa, a primeira coisa que acontece é a memória ir embora; 90% das queixas de falta de memória são por depressão, desencanto, desestímulo. Para o cérebro funcionar melhor, você tem de ter alegria. Acordar de manhã e ter desejo de fazer alguma coisa, ter prazer no que está fazendo e ter a auto estima no ponto.

PODER: Cabeça tem a ver com alma?

PN: Eu acredito que a alma está na cabeça. Quando um doente está com morte cerebral, você tem a impressão de que ele já está sem alma... Isso não dá para explicar, o coração está batendo, mas ele não está mais vivo. Isto comprova que os sentimentos se originam no cérebro e não no coração.

PODER: O que se pode fazer para se prevenir de doenças neurológicas?

PN: Todo adulto deve incluir no check-up uma investigação cerebral. Vou dar um exemplo: os aneurismas cerebrais têm uma mortalidade de 50% quando rompem, não importa o tratamento. Dos 50% que não morrem, 30% vão ter uma sequela grave: ficar sem falar ou ter uma paralisia. Só 20% ficam bem. Agora, se você encontra o aneurisma num checkup, antes dele sangrar, tem o risco do tratamento, que é de 2%, 3%. É uma doença muito grave, que pode ser prevenida com um check-up.

PODER: Você acha que a vida moderna atrapalha?

PN: Não, eu acho a vida moderna uma maravilha. A vida na Idade Média era um horror. As pessoas morriam de doenças que hoje são banais de ser tratadas. O sofrimento era muito maior. As pessoas morriam em casa com dor. Hoje existem remédios fortíssimos, ninguém mais tem dor.

PODER: Existe algum inimigo do bom funcionamento do cérebro?

PN: Todo exagero.
Na bebida, nas drogas, na comida, no mau humor, nas reclamações da vida, nos sonhos, na arrogância,etc.
O cérebro tem de ser bem tratado como o corpo. Uma coisa depende da outra.
É muito difícil um cérebro muito bom num corpo muito maltratado, e vice-versa.

PODER: Qual a evolução que você imagina para a neurocirurgia?

PN: Até agora a gente trata das deformidades que a doença causa, mas acho que vamos entrar numa fase de reparação do funcionamento cerebral, cirurgia genética, que serão cirurgias com introdução de cateter, colocação de partículas de nanotecnologia, em que você vai entrar na célula, com partículas que carregam dentro delas um remédio que vai matar aquela célula doente que te faz infeliz. Daqui a 50 anos ninguém mais vai precisar abrir a cabeça.

PODER: Você acha que nós somos a última geração que vai envelhecer?

PN: Acho que vamos morrer igual, mas vamos envelhecer menos. As pessoas irão bem até morrer. É isso que a gente espera. Ninguém quer a decadência da velhice. Se você puder ir bem mentalmente ,com saúde, e bom aspecto, até o dia da morte, será uma maravilha.

PODER: Hoje a gente lida com o tempo de uma forma completamente diferente. Você acha que isso muda o funcionamento cerebral das pessoas?

PN: O cérebro vai se adaptando aos estímulos que recebe, e às necessidades. Você vê pais reclamando que os filhos não saem da internet, mas eles têm de fazer isso porque o cérebro hoje vai funcionar nessa rapidez. Ele tem de entrar nesse clique, porque senão vai ficar para trás. Isso faz parte do mundo em que a gente vive e o cérebro vai correndo atrás, se adaptando.

Você acredita em Deus?

PN: Geralmente depois de dez horas de cirurgia, aquele estresse, aquela adrenalina toda, quando acabamos de operar, vai até a família e diz:

"Ele está salvo".

Aí, a família olha pra você e diz:

"Graças a Deus!".

Então, a gente acredita que não fomos apenas nós, que existe algo mais independente de religião.

Pense nisso!!!!!!

terça-feira, 17 de outubro de 2017

Deus perdoou. Por que lembrar, então?


Li, algum tempo atrás, que os cientistas descobriram que a parte mais profunda do oceano está além da costa da Ilha de Guam, no Pacífico. 11.033,17 metros de profundidade!


Isso tem um profundo significado para os cristãos. Especialmente para mim. A Bíblia garante que Deus lança nossos pecados nas profundezas do mar. Ou seja, os pecados confessados estão tão distantes quanto os mais de onze quilômetros abaixo da superfície.

Isso conforta meu coração e ao mesmo tempo me intriga. Conforta, pois confio no perdão do céu. E intriga porque não consigo entender como aquele que confessa o pecado a Deus resiste em aceitar esse gesto de misericórdia oferecido por Ele.

Quando carregamos um contínuo sentimento de culpa por atos errados (já confessados) não estamos crendo verdadeiramente na garantia de que Deus cumpre o que promete.

Se esse é o seu caso, lembre-se: Deus perdoa e esquece, por que, então, você insiste em lembrar? Eles estão “lá”, inclusive os meus, “no fundo do mar”. O Maior interessado já esqueceu. Perdoou. Ele sempre faz a obra completa!

“Perdoe-se”. Aceite o perdão divino e seja uma nova criatura!

Creia no Deus te Amor . 

Redescobrindo o perdão


Até há pouco tempo, falar de perdão cabia de forma exclusiva aos religiosos. Dizer a alguém que lhe seria melhor perdoar, conforme ensinou Jesus, parecia próprio de quem vive fora da realidade.

No entanto, na atualidade, perdoar tem se tornado uma medida de bom senso. Pessoas não religiosas têm descoberto que perdoar é terapêutico.

O Dr. Fred Luskin, diretor do projeto perdão, da Universidade de Stanford, em seu livro “O poder do perdão”, afirma que carregar a bagagem da amargura é muito tóxico.

Nos estudos que realizou com voluntários, constatou que a ação de perdoar lhes melhorou os níveis de energia, de humor, a qualidade do sono e a vitalidade física geral.

Isso ocorre, explica, porque somos programados para lidar com a tensão. Pode ser um alarme de incêndio, uma crise, uma discussão mais acalorada.

Nessas ocasiões, o corpo libera os hormônios do estresse – adrenalina e cortisol – acelerando o coração, a respiração e fazendo a mente disparar.

Ao mesmo tempo, a liberação de açúcar estimula os músculos e os fatores de coagulação aumentam no sangue.

Se isso for breve, como por exemplo um sobressalto na estrada por um quase acidente, é inofensivo.

Contudo, a raiva e o ressentimento são como acidentes que não têm fim. Transformam em toxinas os hormônios que deveriam nos salvar.

O efeito depressor do cortisol no sistema imunológico está relacionado a doenças graves. Ele esgota o cérebro, causando atrofia celular e perda de memória.

Ainda mais, provoca doenças cardíacas por elevar a pressão sangüínea, os níveis de açúcar no sangue, enrijecendo as artérias.

É aí que entra o perdão, que parece interromper a circulação desses hormônios.

Vejamos algumas dicas para encontrar a paz, através do perdão, melhorando a nossa qualidade de vida.

1-) Concentre-se nos fatos da ofensa. Quase sempre quando nos sentimos ofendidos, nossa tendência é aumentar o que de fato aconteceu.


Acrescentamos os nossos sentimentos e tudo toma um volume muito maior.


2-) Tente entender o que ocasionou a ofensa. Por vezes, somos nós mesmos os promotores dela, por algo que tenhamos dito ou feito.


Mesmo que não tenha sido nossa intenção ferir a outro, a forma como dizemos ou uma atitude que tomemos em um momento delicado, pode levar a criatura a reagir mal, agredindo.


3-) Focalize a natureza humana do agressor, não só a sua atitude. Pense em que nós mesmos, no trato pessoal, em momentos de estresse, de cansaço, dizemos coisas que constituem mais um desabafo. Assim pode ocorrer com o outro, porque na terra somos todos ainda seres muito imperfeitos.


4-) Perdoe apenas para si mesmo. Ninguém mais. Perdoe em seu coração. Não é indispensável que você comunique o fato ao agressor.


Enfim, lembre que perdoar de forma alguma significa que você concorda com a ofensa. Muito menos que você deve permitir que o tratem injustamente.


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A sabedoria de Jesus recomendou, há mais de 2000 anos: “amai os vossos inimigos. Fazei o bem aos que vos odeiam. Orai pelos que vos perseguem e caluniam. Perdoai aos homens as faltas que cometerem contra vós.”

E acentuou que nunca se deveria guardar mágoa.

Se num momento de oferenda de nosso coração ao pai, nos lembrássemos de que alguém tem algo contra nós, prescreveu Jesus que deveríamos, antes, nos reconciliar com o adversário.

O Mestre do amor e da sensibilidade sabia porque dizia essas coisas.

Os estudiosos de hoje estão provando que Ele tinha toda a razão.